quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
pontos de vista
Portugal, o poder de compra caiu de tal modo que>> até a classe média está a sentir na pele essa queda.>>>>>>>> No seu estilo inconfundível, o Bloco de Esquerda>> atacou o Governo com o seguinte argumento:>>>> - Temos a situação tão degradada com os valores>> éticos, sociais e morais a ser postos>> quotidianamente em causa por este Governo, que até>> universitárias estão a começar a prostituir-se.>>>> A resposta de Sócrates não se fez esperar:>>>> - Em primeiro lugar, este Governo não recebe lições>> de ética, nem quaisquer outras, de ninguém; em>> segundo lugar e como é apanágio de V. Ex.ª que já>> nos habituou à distorção sistemática da realidade, o>> que acontece é exactamente o oposto: a situação é>> tão boa que até as prostitutas já são>> universitárias
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
MAS QUE BELA MINISTRA
de Professores é impossível à luz do Decreto Regulamentar publicado.> Por José Matias Alves, Gondomar, Portugal > Professor do Ensino Secundário. Mestre em Administração Escolar.> Investigador. Docente convidado pela UCP. Doutorando em Educação > (políticas educativas e administração educacional).>> Já receava (embora não o desejasse)! A Avaliação de Professores é > impossível à luz do Decreto Regulamentar hoje publicado. > Com efeito, no capítulo dos prazos, o artigo 34º diz que as escolas> (agrupamentos) têm 20 dias úteis - isto é, até 7 de Fevereiro - para > elaborar e aprovar (em Conselho Pedagógico) os instrumentos de registo de> avaliação, tendo em conta as recomendações que forem formuladas pelo > Conselho Científico para a Avaliação de Professores. Ora, o CCAP não está> constítuido e está muito longe de poder estudar, aprovar e formular estas > recomendações que permitam o trabalho prescrito para o Conselho> Pedagógico. >> Segundo, também até 7 de Fevereiro, o CP tem de elaborar e aprovar os > indicadores de medida que permitam verificar até que ponto e de que modo> os avaliados atingem os objectivos a que se propõem. Ora, provavelmente em > muitos casos, isto será manifestamente impossível.>> Terceiro: até 21 de Fevereiro cada professor terá de elaborar os > objectivos da sua acção individual e estes devem ser acordados com os > avaliadores (coordenador de departamento e presidente do conselho> executivo). O enunciado pressupõe que o Projecto Educativo de Escola > esteja em condições de ser uma referência concreta e objectiva para a> acção (na maioria dos casos estima-se que o não seja - o que obriga a um > demorado trabalho de pensar, negociar, acordar, comprometer...- ). Por> outro lado, acordar significa negociar, chegar a acordo. Em muitos casos, > é materialmente impossível.>> Quarto: ainda neste ano lectivo os coordenadores de departamento e o> presidente do CE têm de programar (com a obrigatória implicação de cada > professor) a observação de duas aulas. Para observar as aulas têm de estar> aprovados pelo CP os instrumentos de observação de aulas, que por sua vez > devem obedecer ás orientações do CCAP. E aqui, há três problemas: muitos> coordenadores (talvez a larga maioria) não têm condições objectivas para > negociar, preparar, observar e relatar as duas aulas observadas . Não têm> tempo, não há tempo. Depois, não têm os ditos instrumentos. E finalmente, > a imperativa delegação de competências para a observação de aulas só se> pode fazer após despacho ministerial. Isto é: esta planificação nunca se > poderá concretizar, na melhor das hipóteses, antes do 3º período.> > Resultado: a melhoria dos resultados dos alunos vai passar para segundo > plano. O objectivo central passa a acessório e secundário. Todo o tempo > vai ser usado a fazer de conta que se faz.>> A não ser que prevaleça a posição sensata: as escolas demonstrarem que as> normas decretadas são impossíveis de aplicar nos prazos estabelecidos. E > usarem este tempo para prepararem uma avaliação séria e credível e que> esteja de facto ao serviço de melhores resultados dos alunos e do > desenvolvimento profissional.
-----Inline Attachment Follows--------------- Forwarded message ----------From: Mané Fortunas <manelfortunas@gmail.com>Date: 15/01/2008 23:26 Subject: Avalição impossível!To:
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domingo, 20 de janeiro de 2008
QUEM ME EXPLICA?
Recebi esta dúvida bastante razoável que acho devo partilhar convosco e colocar-vos o mesmo problema. ** *Alguém que me explique por favor *Expliquem-me uma coisa que eu não entendo até porque não sou perito em economia.Se em 2002 um barril de petróleo custava 70 dólares o que, grosso modo , equivalia a 77 Euros e hoje ele custa 100 dólares o que equivalesensivelmente a 70 Euros como é que se pode dizer que o petróleo subiu de preço?Ou será que o problema está no facto de nós Europeus continuarmos a aceitar o dólar como moeda referência para as transacções internacionais?Mas. como disse, não sou perito em economia, por isso se alguém me conseguir explicar isto eu agradecia.
Ou será que estamos a ser enganados e sustentamos a Guerra do Iraque e o baixo preço que os USA continuam a pagar em relação á Europa pelo enchimento dos seus "popós"
Ou será que estamos a ser enganados e sustentamos a Guerra do Iraque e o baixo preço que os USA continuam a pagar em relação á Europa pelo enchimento dos seus "popós"
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Sócrates e Menezes... Menezes e Sócrates... parecem diferentes...Mas..olhe que não..olhe que não...
Eles são o Dupond e o Dupont da política portuguesa.
Fingem que se atacam... mas será que há alguma coisa que os distinga.
Ambos sabem que têm os seus "boys" and "girls"..ambos fazem da democracia uma palavra sem sentido.
Sócrates mandou ás urtigas as suas promessa eleitorais... ( criação de empregos...taxa de inflacção...referendo europeu..etc-..etc)
Destrói o Serviço Nacional de Saúde... achincalha os professores... diminui brutalmente os direitos e salários do funcionalismo público...
Menezes não critica nada disto..apenas ataca Sócrates... por ,segundo ele, não lhe dar os lugares que pretende na comunicação social ..na banca e nos outros organismos onde ambos os partidos dividem os lugares.
Estão de acordo na nova lei eleitoral autárquica..estão de acordo na nova lei eleitoral para a Assembléia da República.
Com intuito de defender a democracia? Claro que não..apenas com o intuito de
diminuir a representação parlamentar dos outros partidos que não entram no seu jogo.
Será que nos vamos lembrar disto quando for a ocasião de votar?
Claro que em 2009..virão algumas benesses... Dupond e Dupont...farão promessas ..muitas promessas..dirão que a crise passou... que vem aí uma vida melhor para os portugueses.
Pobres de nós se acreditarmos nalgum deles.
Uma vez no poleiro..sozinhos ou em bloco central tratar-nos-ão da vida...
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Escola Pública
Por que muda a gestão das escolas? Porque sim!
Santana Castilho - Professor do ensino superior
Público - 08.01.2008
O único critério, o critério oculto, é domar o que resta, depois de vexar os professores com um estatuto indigno.
O que Sócrates disse no último debate parlamentar de 2007 não me surpreendeu. Fazia sentido esse fechar de ciclo de genuflexão dos professores. Para analisar o diploma agora posto à discussão pública, vou socorrer-me de dois excertos do discurso com que Sócrates fez o anúncio ao país. "Chegou agora o momento de avançar com a alteração da lei de autonomia, gestão e administração escolar." Mas Sócrates não explicou porquê. Para suprir a lacuna fui ler o novo diploma, compará-lo com o anterior, e tirei estas conclusões:
1. Os dois diplomas apregoam autonomia mas castram toda e qualquer livre iniciativa das escolas. Nada muda. Apenas se refina o cinismo, na medida em que muito do anteriormente facultativo (o pouco que não estava regulamentado) passa agora a obrigatório. Não há uma só coisa que seja importante na vida da escola que o órgão de gestão possa, autonomamente, decidir. Um e outro são uma ode ao centralismo asfixiante.
2. O novo diploma diminui o peso dos professores da escola nos órgãos de gestão dessa escola. Esclareço a aparente redundância trazida pela insistência no vocábulo "escola" na construção deste parágrafo. É que o novo diploma torna possível que um professor de qualquer escola, mesmo que seja privada, concorra a director de qualquer outra, pública, mediante "um projecto de intervenção na escola". Que estranho conceito de escola daqui emana! Como pode alguém que não viveu numa escola, que não se envolveu com os colegas e com os alunos dessa escola, que não sofreu os seus problemas nem respirou o seu clima, conceber "um projecto de intervenção na escola"? Não é de intervenção que eles falam. É de subjugação! É a filosofia ASAE transposta para as escolas. Não faltarão os comissários, os "boys" e os "laranjas" deste "centralão" imenso em que a oligarquia partidária transformou o país, a apresentar projectos de intervenção "eficazes", puros, esterilizadores de maus hábitos e más memórias. E este é o único critério, o critério oculto que Sócrates não explicitou: domar o que resta, depois de vexar os professores com um estatuto indigno, de os funcionalizar com uma avaliação de desempenho própria de amanuenses, de os empobrecer com cotas e congelamentos, de os dividir em castas de vergonha. Tinha razão o homem: "Chegou agora o momento de avançar com a alteração da lei de autonomia, gestão e administração escolar." "A nossa visão para a gestão das escolas assenta em três objectivos principais. O primeiro é abrir a escola, reforçando a participação das famílias e comunidades na sua direcção estratégica. O segundo objectivo é favorecer a constituição de lideranças fortes nas escolas. O terceiro é reforçar a autonomia das escolas", disse Sócrates na Assembleia da República.
Mas que está por baixo do celofane? A "abertura" é uma falácia. O Conselho Geral, com a participação da comunidade, já existe, com outro nome. Chama-se Assembleia. Porém, os casos em que esta participação teve relevância são raros. E quem está nas escolas sabe que não minto. Ora não é por mudar o nome que mudam os resultados. A participação da comunidade não se decreta. Promove-se. Se as pessoas acreditarem que podem mudar algo, começam a interessar-se. Mas o despotismo insaciável que este Governo trouxe às escolas não favorece qualquer tipo de participação. Para que as pessoas possam participar, há décadas que Maslow deu o tom: têm que ter necessidades básicas resolvidas. Aqui, as necessidades básicas são não terem fome, terem tempo e terem uma cultura mínima.
Ora, senhor primeiro-ministro, o senhor que empobreceu os portugueses (tem dois milhões de pobres e outros dois milhões de assistidos), que tem meio milhão no desemprego, está à espera que acorram à sua "abertura"? Sabe quem vai acorrer? Os ricos que o senhor tem inchado? Não! Esses estão-se borrifando para a Escola Pública. São os oportunistas e os caciques, para quem a sua "abertura" é de facto uma nova oportunidade.
O senhor, que tem promovido uma política de escola-asilo, porque as pessoas não têm tempo para estar com os filhos, acredita que as famílias portuguesas, as mais miseráveis da Europa, têm disponibilidade para a sua abertura? Não! Conte com os pais interessados de uma classe média que o senhor tem vindo a destruir e são, por isso, cada vez em menor número, e com os autarcas empenhados a quem o senhor dá cada vez menos dinheiro. De novo, repito, terá os arrivistas. Julga que é com os diplomas de aviário das novas oportunidades que dá competência à comunidade para participar na gestão das escolas? Não! Os que conseguiram isso começaram há um século a investir no conhecimento da comunidade e escolheram outros métodos. Porque, ao contrário do senhor, sabem que gerir uma escola é diferente de gerir um negócio ou uma rede de influências partidárias.
A sua visão de escola ficou para mim caracterizada quando o ouvi dizer que tinha escolhido a veneranda Universidade Independente por uma razão geográfica e me foi dada a ler a sua prova de Inglês Técnico, prestada por fax. O que politicamente invocou a propósito deste diploma, que agora nos impõe, está muito longe de limpar essa péssima imagem que me deixou. A mim e a muitos portugueses, pese embora serem poucos os que têm a oportunidade ou a independência para o dizer em público. Disse impõe, e disse bem. Porque a discussão pública é outra farsa. O senhor quer que alguém acredite nisto? Depois de ver o conceito que o seu governo tem do que é negociar e os processos que a sua ministra da Educação tem usado para lidar com os professores? Em plenas férias escolares (mais uma vez) lança a discussão de um diploma deste cariz e dá para tal um mês? Acha isso sério? Se o senhor estivesse de facto interessado em discutir, era o primeiro a promover e a dinamizar esse debate, através do Ministério da Educação. Mas o que o senhor tem feito tem sido cercear todas as hipóteses de participação dos professores em qualquer coisa que valha a pena: retirando-lhe todas as vias anteriormente instituídas e afogando-os em papéis ridículos e inúteis.
Dizem, ou disse o senhor, vá lá a gente saber, que cursou um MBA. Não lhe ensinaram lá que as mudanças organizacionais sérias estabelecem com clareza as razões para mudar? Cuidam de expor aos implicados essas razões e dar-lhes a oportunidade para as questionar? Devem assentar numa avaliação criteriosa do que existia e se quer substituir? Quando podem originar convulsões antecipáveis, devem ser precedidas de ensaios e simulações prudentes? Já reparou que terá que constituir mais de 10 mil assembleias a 20 elementos cada? Que tal como a lei está, são escassos os que podem ser adjuntos do director? Que fecha a porta a que novos professores participem nas tarefas de gestão? Que exclui, paradoxalmente, um considerável número de professores titulares? Que, goste dela ou não, existe uma Lei de Bases que torna o que propõe inconstitucional e como tal já foi chumbado pelo Tribunal Constitucional?
Lideranças fortes? Deixe-me rir enquanto não proíbe o riso. O senhor que só quer uma liderança forte, a sua, que até o seu partido secou e silenciou, quer lideranças fortes na escolas? É falso o que digo? Prove-o! Surpreenda uma vez e permita que professores independentes discutam publicamente o deserto em que está a transformar a Escola Pública e para que este diploma é o elo que faltava.
domingo, 6 de janeiro de 2008
Finalmente uma boa descrição da actualidade...
" Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e
sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos
de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de
dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz
de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se
lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo,
enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da
sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, -
reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta (...)
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta ate à medula, não
descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem
carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida intima, descambam
na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a
veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao
roubo, donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a
indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis
no Limoeiro (...)
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este
criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto
pela abdicação unânime do pais, e exercido ao acaso da herança, pelo
primeiro que sai dum ventre, - como da roda duma lotaria.
A justiça ao arbítrio da Politica, torcendo-lhe a vara ao
ponto de fazer dela saca-rolhas;
Dois partidos (...), sem ideias, sem planos, sem convicções,
incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e
pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao
outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgando e fundindo,
apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, - de não
caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (...)"
Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896
" Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e
sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos
de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de
dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz
de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se
lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo,
enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da
sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, -
reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta (...)
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta ate à medula, não
descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem
carácter, havendo homens que, honrados (?) na vida intima, descambam
na vida publica em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a
veniaga e toda a infâmia, da mentira a falsificação, da violência ao
roubo, donde provém que na politica portuguesa sucedam, entre a
indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis
no Limoeiro (...)
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este
criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto
pela abdicação unânime do pais, e exercido ao acaso da herança, pelo
primeiro que sai dum ventre, - como da roda duma lotaria.
A justiça ao arbítrio da Politica, torcendo-lhe a vara ao
ponto de fazer dela saca-rolhas;
Dois partidos (...), sem ideias, sem planos, sem convicções,
incapazes (...) vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e
pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos, iguais um ao
outro como duas metades do mesmo zero, e não se amalgando e fundindo,
apesar disso, pela razão que alguém deu no parlamento, - de não
caberem todos duma vez na mesma sala de jantar (...)"
Guerra Junqueiro, in "Pátria", escrito em 1896
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
ANEDOTA ..OU TALVEZ NÃO
O senhor presidente da ASAE foi apanhado a fumar depoisda meia noite num recinto fechado( Casino)
Esta entidade-ASAE- é quedeve fiscalizar a nova lei do tabaco, segundo a qual não se pode fumar em recintos fechados, salvo os espaços devidamente preparados para o efeito.
Somos ou não um país das bamnanas?
Esta entidade-ASAE- é quedeve fiscalizar a nova lei do tabaco, segundo a qual não se pode fumar em recintos fechados, salvo os espaços devidamente preparados para o efeito.
Somos ou não um país das bamnanas?
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