O Partido Socialista aprovou hoje a proposta do Governo de nacionalização do Banco Português de Negócios, com os votos contra de todas as bancadas da oposição. A medida permite que os responsáveis pela situação a que o banco chegou recebam avultadas indemnizações. A possibilidade de os ex-administradores do BPN, depois da nacionalização, receberem indemnizações do Estado foi o ponto mais polémico da discussão da proposta de nacionalização que o governo levou esta quarta-feira ao parlamento.
Manuel Alegre chegou a propor um entendimento, apelando a "um esforço de bom senso para aperfeiçoar" a redacção deste ponto, mas o governo e o Partido Socialista acabaram por manter tudo como estava, depois de terem anunciado uma alteração. "Propus uma alteração que não foi assumida pela bancada", afirmou Manuel Alegre, que se absteve, juntamente com Vera Jardim e Paulo Pedroso.
Também esta quarta-feira o Parlamento aprovou, com os votos da maioria PS e do PSD, a proposta de lei do Governo para a recapitalização do sistema financeiro, que prevê a injecção de capital de 4 mil milhões de euros. Bloco e PCP votaram contra, enquanto o CDS se absteve:
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
OUTRA PARA RIR..Será?
menino japonês
No primeiro dia de aulas, numa escola secundária dos EUA, a professora
apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão
A aula começa e a professora diz:
Vamos ver quem conhece a história americana.
Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte?'
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: - 'Patrick Henry em 1775, em Filadélfia'.
Muito bem, Suzuki. E quem disse: -'O Estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?'
Suzuki: - 'Abraham Lincoln, em 1863, em Washington'.
A professora olha os alunos e diz:
- 'Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana
que vocês!'
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: - 'Japonês filho da puta!'
- 'Quem foi?' - grita a professora
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
- 'General McArthur, em 1941, em Pearl Halbour'.
A turma fica super silenciosa... apenas se ouve do fundo da sala:
- 'Acho que vou vomitar'.
A professora grita: - 'Quem foi?'. E Suzuki: - 'George Bush Pai, ao
Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tóquio, em 1991'.
Um dos alunos diz: - 'Chupa o meu pau!'
E a professora, irritada: -'Acabou-se! Quem foi agora?'
E Suzuki, sem hesitações: - 'Bill Clinton a Mónica Lewinsky, na Sala Oval da
Casa Branca, em Washington, em 1997'.
E outro aluno diz ao fundo: - 'Suzuki de merda!'
E Suzuki responde: - 'Valentino Rossi, no Grande Prémio do Brasil de MotoGP,
no Rio de Janeiro, em 2002'.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o
director, que diz: -'Que merda é esta? Nunca vi uma confusão deste tamanho!'
E Suzuki, bem alto: -'Mariano Gago para José Sócrates, em 2007, após ter
recebido o relatório da inspecção feita à Universidade Independente...'
No primeiro dia de aulas, numa escola secundária dos EUA, a professora
apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão
A aula começa e a professora diz:
Vamos ver quem conhece a história americana.
Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte?'
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: - 'Patrick Henry em 1775, em Filadélfia'.
Muito bem, Suzuki. E quem disse: -'O Estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?'
Suzuki: - 'Abraham Lincoln, em 1863, em Washington'.
A professora olha os alunos e diz:
- 'Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana
que vocês!'
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: - 'Japonês filho da puta!'
- 'Quem foi?' - grita a professora
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
- 'General McArthur, em 1941, em Pearl Halbour'.
A turma fica super silenciosa... apenas se ouve do fundo da sala:
- 'Acho que vou vomitar'.
A professora grita: - 'Quem foi?'. E Suzuki: - 'George Bush Pai, ao
Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tóquio, em 1991'.
Um dos alunos diz: - 'Chupa o meu pau!'
E a professora, irritada: -'Acabou-se! Quem foi agora?'
E Suzuki, sem hesitações: - 'Bill Clinton a Mónica Lewinsky, na Sala Oval da
Casa Branca, em Washington, em 1997'.
E outro aluno diz ao fundo: - 'Suzuki de merda!'
E Suzuki responde: - 'Valentino Rossi, no Grande Prémio do Brasil de MotoGP,
no Rio de Janeiro, em 2002'.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o
director, que diz: -'Que merda é esta? Nunca vi uma confusão deste tamanho!'
E Suzuki, bem alto: -'Mariano Gago para José Sócrates, em 2007, após ter
recebido o relatório da inspecção feita à Universidade Independente...'
preciso de xanax...
RANKINGS E XANAX
Texto de Daniel Oliveira, no Expresso.
Esta semana evite a companhia de professores. Falar com qualquer um deles pode deixá-lo em mau estado. Vivem, nos dias que correm, em depressão colectiva. A sucessão de reformas, contra-reformas e contra-contra-reformas, a destruição do que se foi fazendo de bom - do ensino especial ao ensino artístico -, a incompetência desta equipa ministerial e o linchamento público de uma classe inteira tem os resultados à vista: as aulas recomeçam com professores tão motivados como um vegetariano perante um bife na pedra.
Sabem que os espera apenas uma novidade: a avaliação do seu desempenho. E é, ao que parece, tudo o que interessa a toda a gente: a avaliação dos professores, a avaliação dos alunos, a avaliação das escolas, a avaliação do sistema educativo português.
Tenho uma coisa um pouco fora do comum para dizer sobre o assunto: a escola serve para ensinar e aprender. Se isto falha, os exames, as avaliações e os 'rankings' são irrelevantes. Talvez não fosse má ideia, enquanto se avaliam os professores, dar-lhes tempo para eles fazerem aquilo para que lhes pagamos em vez de os soterrar em burocracia. Enquanto se exigem mais e mais exames, garantir que os miúdos aprendem com algum gosto qualquer coisa entre cada um deles.
Enquanto se fazem 'rankings', conseguir que a escola seja um lugar de onde não se quer fugir. E enquanto se culpam os professores pelo atraso cultural do país, perder um segundo a ouvir o que eles têm para dizer. Agora que já os deixámos agarrados ao Xanax, acham que é possível gastar algumas energias a dar-lhes razões para gostarem do que fazem? Se não for por melhor razão, só para desanuviar o ambiente nos edifícios onde os nossos filhos passam uma boa parte do dia.
Texto de Daniel Oliveira, no Expresso.
Esta semana evite a companhia de professores. Falar com qualquer um deles pode deixá-lo em mau estado. Vivem, nos dias que correm, em depressão colectiva. A sucessão de reformas, contra-reformas e contra-contra-reformas, a destruição do que se foi fazendo de bom - do ensino especial ao ensino artístico -, a incompetência desta equipa ministerial e o linchamento público de uma classe inteira tem os resultados à vista: as aulas recomeçam com professores tão motivados como um vegetariano perante um bife na pedra.
Sabem que os espera apenas uma novidade: a avaliação do seu desempenho. E é, ao que parece, tudo o que interessa a toda a gente: a avaliação dos professores, a avaliação dos alunos, a avaliação das escolas, a avaliação do sistema educativo português.
Tenho uma coisa um pouco fora do comum para dizer sobre o assunto: a escola serve para ensinar e aprender. Se isto falha, os exames, as avaliações e os 'rankings' são irrelevantes. Talvez não fosse má ideia, enquanto se avaliam os professores, dar-lhes tempo para eles fazerem aquilo para que lhes pagamos em vez de os soterrar em burocracia. Enquanto se exigem mais e mais exames, garantir que os miúdos aprendem com algum gosto qualquer coisa entre cada um deles.
Enquanto se fazem 'rankings', conseguir que a escola seja um lugar de onde não se quer fugir. E enquanto se culpam os professores pelo atraso cultural do país, perder um segundo a ouvir o que eles têm para dizer. Agora que já os deixámos agarrados ao Xanax, acham que é possível gastar algumas energias a dar-lhes razões para gostarem do que fazem? Se não for por melhor razão, só para desanuviar o ambiente nos edifícios onde os nossos filhos passam uma boa parte do dia.
FARTOS
FARTOS!
> > Pois bem, Sr. Lemos, nós não estamos motivados.
> > Os resultados não estão a melhorar e se estivessem isso não se deveria
> > nem ao Senhor, nem ao Senhor Primeiro Ministro e, quero acreditar que
> > não se deveriam a nós. Porque a verdade é que os alunos não sabem mais
> > e por isso não podemos ter melhores resultados. O que acontece é que
> > nós temos que os passar mais porque os Senhores a isso obrigam.
> >
> > Também eu estou farto e não fosse o facto de ter só 34 anos (de idade
> > e não de serviço, infelizmente!!!) e também eu estaria a contar os
> > dias para me ir embora.
> > Como eu, outros tantos. Não conheço um único. Um que seja que diga que
> > está motivado.
> > Estamos fartos, porque não conseguimos ensinar nada a ninguém. O drama
> > é que, ao contrário das teorias, eles não aprendem sozinhos.
> > Estamos fartos, porque nos querem obrigar a viver divididos quando o
> > que nos une é muito mais forte do que aquilo que supostamente nos
> > separa.
> > Estamos fartos de ter horários impossíveis, onde são os alunos que
> > ficam para trás. Substituições, reuniões, papeladas e relatórios.Temos
> > que fazer tudo, menos trabalhar com alunos e para os alunos.
> > Estamos fartos, porque gostamos de usar os computadores com os nossos
> > alunos, mas até nós ficamos enjoados com tantas mentiras e tanto
> > foguetório à volta das TIC. Sem o 'software docente' não há hardware
> > que faça nada!
> > Estamos fartos, porque nos dizem que estamos a ser avaliados, quando
> > todos já perceberam que estamos é a ser lixados (em bom português...).
> > Estamos fartos de nos dizerem para usar a Autonomia, quando até para
> > respirar precisamos de uma autorização superior - do Ministério às
> > Direcções Regionais, passando pelas equipas de apoio às escolas e até
> > a alguns Executivos, anda tudo com uma mania de superioridade que nos
> > dá vontade de fugir!
> > Estamos fartos, porque nos estão a cair em cima todas as
> > responsabilidades sociais, quando a nossa capacidade e o nosso tempo
> > está todo tomado para responder ao Processo Kafkiano do ME.
> > Estamos fartos... FARTOS... FARTOS!...
> > É claro que há meia dúzia de boys que, no poder da titularidade ou na
> > ignorância da gestão, pensam que o caminho é este. E esses andam
> > felizes e contentes no caminho do Senhor.
> > Mas, a história do presente mostra que o destino desses está guardado
> > a sete chaves no cofre dos Bancos Hipotecários Americanos.
> > Se me permitem e para terminar - eu sei o que vou fazer agora e
> > sempre: continuar a lutar!
> > Mas também sei o que vou fazer nas próximas eleições!
> >
> > João Paulo Silva
> > Professor FARTO
>
>
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> > Pois bem, Sr. Lemos, nós não estamos motivados.
> > Os resultados não estão a melhorar e se estivessem isso não se deveria
> > nem ao Senhor, nem ao Senhor Primeiro Ministro e, quero acreditar que
> > não se deveriam a nós. Porque a verdade é que os alunos não sabem mais
> > e por isso não podemos ter melhores resultados. O que acontece é que
> > nós temos que os passar mais porque os Senhores a isso obrigam.
> >
> > Também eu estou farto e não fosse o facto de ter só 34 anos (de idade
> > e não de serviço, infelizmente!!!) e também eu estaria a contar os
> > dias para me ir embora.
> > Como eu, outros tantos. Não conheço um único. Um que seja que diga que
> > está motivado.
> > Estamos fartos, porque não conseguimos ensinar nada a ninguém. O drama
> > é que, ao contrário das teorias, eles não aprendem sozinhos.
> > Estamos fartos, porque nos querem obrigar a viver divididos quando o
> > que nos une é muito mais forte do que aquilo que supostamente nos
> > separa.
> > Estamos fartos de ter horários impossíveis, onde são os alunos que
> > ficam para trás. Substituições, reuniões, papeladas e relatórios.Temos
> > que fazer tudo, menos trabalhar com alunos e para os alunos.
> > Estamos fartos, porque gostamos de usar os computadores com os nossos
> > alunos, mas até nós ficamos enjoados com tantas mentiras e tanto
> > foguetório à volta das TIC. Sem o 'software docente' não há hardware
> > que faça nada!
> > Estamos fartos, porque nos dizem que estamos a ser avaliados, quando
> > todos já perceberam que estamos é a ser lixados (em bom português...).
> > Estamos fartos de nos dizerem para usar a Autonomia, quando até para
> > respirar precisamos de uma autorização superior - do Ministério às
> > Direcções Regionais, passando pelas equipas de apoio às escolas e até
> > a alguns Executivos, anda tudo com uma mania de superioridade que nos
> > dá vontade de fugir!
> > Estamos fartos, porque nos estão a cair em cima todas as
> > responsabilidades sociais, quando a nossa capacidade e o nosso tempo
> > está todo tomado para responder ao Processo Kafkiano do ME.
> > Estamos fartos... FARTOS... FARTOS!...
> > É claro que há meia dúzia de boys que, no poder da titularidade ou na
> > ignorância da gestão, pensam que o caminho é este. E esses andam
> > felizes e contentes no caminho do Senhor.
> > Mas, a história do presente mostra que o destino desses está guardado
> > a sete chaves no cofre dos Bancos Hipotecários Americanos.
> > Se me permitem e para terminar - eu sei o que vou fazer agora e
> > sempre: continuar a lutar!
> > Mas também sei o que vou fazer nas próximas eleições!
> >
> > João Paulo Silva
> > Professor FARTO
>
>
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
PAÍS
Subject: Estão todos feitos
e a malta é q paga
Só pode ser um engano extraordinário
Ontem de manhã, pelas dez horas, começou o Conselho de Ministros Extraordinário, que resultou - entre outras coisas extraodinárias como o pagamento extraordinário das dívidas do Estado às empresas - na nacionalização extraordinária de um banco.
Entretanto, o extraordinário Ministro da Economia estava nesse Conselho de Ministros Extraordinário? Estava a defender o pagamento de 2.450 M€ às empresas credoras do Estado, medida que já vem atrasada para as tesourarias da economia nacional? Estava a discutir, na Gomes Teixeira, o futuro da economia e da inovação, com o papel do Estado dentro das estruturas da banca portuguesa? Estava a acompanhar a injecção de 4.000M€ num sector da economia?
Parece que não. Parece que, ontem de manhã, Pinho estava a inaugurar um autódromo no Algarve. Extraordinário.Publicado por DBH em 31 da Armada
O que diz o Ministro da Economia no dia em que o Governo nacionalizou um banco?
'O ministro da Economia classificou hoje a inauguração do Autódromo do Algarve como um «grande dia» e elogiou a coragem dos privados '
Isto foi ao meio dia de Domingo. Depois de ter ouvido a Rita Guerra e ter dado uma volta à pista com o Tiago Monteiro.
Perguntar não ofende: Manuel Pinho saberia o que se estava a decidir em Lisboa?Publicado por DBH em 31 da Armada
há por aí muita gente a rir
Apenas o BPN é nacionalizado, os restantes negócios detidos pelo Grupo SNL, onde estão incluídos o Grupo Português de Saúde e Real Seguros mantêm-se nas mãos dos accionistas.
Há pouco tempo atrás o Grupo SLN foi reestruturado. Separaram as participações isolando o Banco dos restantes negócios. Activos para um lado. Passivos para o outro. Em pulgas para brincar aos países grandes o governo engoliu o isco. Olhem para mim tão competente a salvar depositantes e a economia nacional também. Vai daí não olharam para o que estavam a fazer. Nacionalizaram os passivos. Um grande negócio. O que podia dar dinheiro ficou nas mãos dos accionistas. O que não tinha salvação ficou nas mãos dos contribuintes. Podemos ficar todos tranquilos que este governo sabe o que faz.publicado por Rodrigo Moita de Deus em 31da Armada
If I may ask...
Por acaso o Estado português, por exemplo a segurança social, não seria um depositante do BPN, não? Tipo, não tinha lá um montante enorme da segurança social que podia desaparecer se o banco simplesmente implodisse, não? É que se fosse esse o caso isto não seria uma nacionalização, seria um resgate oneroso de um depósito. Muito oneroso.
Just wondering...publicado por Henrique Burnay em 31 da Armada
UM CASO DE POLÍCIA (ou falta dela)
Há muito que era evidente que algo não funcionava correctamente no BPN. Uma auditoria da Deloitte & Touche revelou, em 2002, que o banco não cumpria os rácios mínimos de solvabilidade. No ano seguinte o BPN foi investigado por alegado branqueamento de capitais. Os esquemas eram do conhecimento de meio mundo. O poder político fechou os olhos porque o banco era a extensão financeira do PSD. Dias Loureiro, Rui Machete, Oliveira e Costa, Daniel Sanches e mais uma galeria de ex-secretários de estado e ministros participaram e promoveram este verdadeiro caso de polícia.
Vítor Constâncio bem pode dizer que não é polícia e que nem tem meios para tal. Certo. Mas não precisava era fingir, durante anos, que nada se passava e que não sabia de nada. Constâncio não é polícia, mas pode chamá-la. Não o fez até tudo se tornar tão evidente que os próprios responsáveis pelo banco começaram a denunciar a situação. Agora diz, com o maior topete, que os acontecimentos no BPN foram precipitados pelas notícias da comunicação social. O que Constâncio se deveria perguntar é como é que é possível que, ao mesmo tempo que o Banco de Portugal continuava a pedir relatórios à nova administração, as histórias sobre a iminente falência do BPN já tivessem ganho uma tal dimensão que tornaram o destino do banco uma questão de dias. É a passividade do seu papel que está em causa, não um suposto e muito pouco credível exagero mediático.
Tudo bons rapazes
Leio no Público e noutros jornais a lista de nomes que rodavam à volta do BPN e da Sociedade Lusa de Negócios à época de todas as falcatruas e fico cheio de vontade de saber mais: José Oliveira Costa, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de Cavaco Silva, presidente do Conselho de Administração do BPN entre 1998 e 2008, tendo ficado no Conselho Superior da empresa depois disso e deixando na administração o seu filho; Manuel Dias Loureiro, ministro da Administração Interna de Cavaco Silva e actual conselheiro de Estado, ex-accionista do banco, ligado à Sociedade Lusa de Negócios como presidente da Sociedade Portuguesa de Pinturas e Módulos e consultor de outra empresa do grupo - como sempre, sempre perto mas sempre resguardado; Daniel Sanches, ministro da Administração Interna de Santana Lopes, chegado à SLN pela mão de Dias Loureiro, foi secretário da Assembleia Geral do BPN, administrador da Pleiade, presidente da Serviplex e da Vsegur e adninistrador de uma empresa de Trabalho Temporário, tudo empresas da SLN; Rui Machete, presidente da Mesa do Congresso do PSD e da FLAD, há vários anos presidente do Conselho Superior do BPN; Guilherme d'Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas, esteve com Oliveira Costa no Conselho Geral do Banco Efisa, que integra o BPN. Quem o substituiu? José Lamego.
Num país que se leva a sério, tendo o Estado sido obrigado a intervir e não sendo ainda certo quanto custará esta medida aos contribuintes, estas pessoas, todas elas, teriam de contar muita coisa. A começar pela mais entrigante: o que raio tinha este pequeno banco com uma gestão suspeita de vários crimes para juntar tantos ex-governantes e quase todos com a mesma proveniência?
Também quero discutir o papel do Banco de Portugal. Mas temo que no meio desse debate se esqueçam estes nomes. Alguns já foram esquecidos noutras histórias. Arrastão
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e a malta é q paga
Só pode ser um engano extraordinário
Ontem de manhã, pelas dez horas, começou o Conselho de Ministros Extraordinário, que resultou - entre outras coisas extraodinárias como o pagamento extraordinário das dívidas do Estado às empresas - na nacionalização extraordinária de um banco.
Entretanto, o extraordinário Ministro da Economia estava nesse Conselho de Ministros Extraordinário? Estava a defender o pagamento de 2.450 M€ às empresas credoras do Estado, medida que já vem atrasada para as tesourarias da economia nacional? Estava a discutir, na Gomes Teixeira, o futuro da economia e da inovação, com o papel do Estado dentro das estruturas da banca portuguesa? Estava a acompanhar a injecção de 4.000M€ num sector da economia?
Parece que não. Parece que, ontem de manhã, Pinho estava a inaugurar um autódromo no Algarve. Extraordinário.Publicado por DBH em 31 da Armada
O que diz o Ministro da Economia no dia em que o Governo nacionalizou um banco?
'O ministro da Economia classificou hoje a inauguração do Autódromo do Algarve como um «grande dia» e elogiou a coragem dos privados '
Isto foi ao meio dia de Domingo. Depois de ter ouvido a Rita Guerra e ter dado uma volta à pista com o Tiago Monteiro.
Perguntar não ofende: Manuel Pinho saberia o que se estava a decidir em Lisboa?Publicado por DBH em 31 da Armada
há por aí muita gente a rir
Apenas o BPN é nacionalizado, os restantes negócios detidos pelo Grupo SNL, onde estão incluídos o Grupo Português de Saúde e Real Seguros mantêm-se nas mãos dos accionistas.
Há pouco tempo atrás o Grupo SLN foi reestruturado. Separaram as participações isolando o Banco dos restantes negócios. Activos para um lado. Passivos para o outro. Em pulgas para brincar aos países grandes o governo engoliu o isco. Olhem para mim tão competente a salvar depositantes e a economia nacional também. Vai daí não olharam para o que estavam a fazer. Nacionalizaram os passivos. Um grande negócio. O que podia dar dinheiro ficou nas mãos dos accionistas. O que não tinha salvação ficou nas mãos dos contribuintes. Podemos ficar todos tranquilos que este governo sabe o que faz.publicado por Rodrigo Moita de Deus em 31da Armada
If I may ask...
Por acaso o Estado português, por exemplo a segurança social, não seria um depositante do BPN, não? Tipo, não tinha lá um montante enorme da segurança social que podia desaparecer se o banco simplesmente implodisse, não? É que se fosse esse o caso isto não seria uma nacionalização, seria um resgate oneroso de um depósito. Muito oneroso.
Just wondering...publicado por Henrique Burnay em 31 da Armada
UM CASO DE POLÍCIA (ou falta dela)
Há muito que era evidente que algo não funcionava correctamente no BPN. Uma auditoria da Deloitte & Touche revelou, em 2002, que o banco não cumpria os rácios mínimos de solvabilidade. No ano seguinte o BPN foi investigado por alegado branqueamento de capitais. Os esquemas eram do conhecimento de meio mundo. O poder político fechou os olhos porque o banco era a extensão financeira do PSD. Dias Loureiro, Rui Machete, Oliveira e Costa, Daniel Sanches e mais uma galeria de ex-secretários de estado e ministros participaram e promoveram este verdadeiro caso de polícia.
Vítor Constâncio bem pode dizer que não é polícia e que nem tem meios para tal. Certo. Mas não precisava era fingir, durante anos, que nada se passava e que não sabia de nada. Constâncio não é polícia, mas pode chamá-la. Não o fez até tudo se tornar tão evidente que os próprios responsáveis pelo banco começaram a denunciar a situação. Agora diz, com o maior topete, que os acontecimentos no BPN foram precipitados pelas notícias da comunicação social. O que Constâncio se deveria perguntar é como é que é possível que, ao mesmo tempo que o Banco de Portugal continuava a pedir relatórios à nova administração, as histórias sobre a iminente falência do BPN já tivessem ganho uma tal dimensão que tornaram o destino do banco uma questão de dias. É a passividade do seu papel que está em causa, não um suposto e muito pouco credível exagero mediático.
Tudo bons rapazes
Leio no Público e noutros jornais a lista de nomes que rodavam à volta do BPN e da Sociedade Lusa de Negócios à época de todas as falcatruas e fico cheio de vontade de saber mais: José Oliveira Costa, secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de Cavaco Silva, presidente do Conselho de Administração do BPN entre 1998 e 2008, tendo ficado no Conselho Superior da empresa depois disso e deixando na administração o seu filho; Manuel Dias Loureiro, ministro da Administração Interna de Cavaco Silva e actual conselheiro de Estado, ex-accionista do banco, ligado à Sociedade Lusa de Negócios como presidente da Sociedade Portuguesa de Pinturas e Módulos e consultor de outra empresa do grupo - como sempre, sempre perto mas sempre resguardado; Daniel Sanches, ministro da Administração Interna de Santana Lopes, chegado à SLN pela mão de Dias Loureiro, foi secretário da Assembleia Geral do BPN, administrador da Pleiade, presidente da Serviplex e da Vsegur e adninistrador de uma empresa de Trabalho Temporário, tudo empresas da SLN; Rui Machete, presidente da Mesa do Congresso do PSD e da FLAD, há vários anos presidente do Conselho Superior do BPN; Guilherme d'Oliveira Martins, presidente do Tribunal de Contas, esteve com Oliveira Costa no Conselho Geral do Banco Efisa, que integra o BPN. Quem o substituiu? José Lamego.
Num país que se leva a sério, tendo o Estado sido obrigado a intervir e não sendo ainda certo quanto custará esta medida aos contribuintes, estas pessoas, todas elas, teriam de contar muita coisa. A começar pela mais entrigante: o que raio tinha este pequeno banco com uma gestão suspeita de vários crimes para juntar tantos ex-governantes e quase todos com a mesma proveniência?
Também quero discutir o papel do Banco de Portugal. Mas temo que no meio desse debate se esqueçam estes nomes. Alguns já foram esquecidos noutras histórias. Arrastão
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TODOS NA MANIF
OLÁ COLEGAS!
Tenho estado a observar tudo o que se passa à minha volta, toda esta
agitação, todas estas movimentações e... fico perpelexo!...
POR FAVOR: Não façam como aquele marido infiel que trocava a sua esposa de
40 anos por duas de 20 anos.
Este é o momento por que tanto esperávamos. Pensemos em nós e na nossa
carreira. Esqueçamos o nosso orgulho e unámo-nos TODOS, porque só assim
seremos CAPAZES de travar esta pouca pouca vergonha que impera no nosso
ensino! Eles (os nossos governantes) já se estão a rir de todas estas
movimentações des-sincronizadas e já batem palmas de contentes, porque
estão a conseguir atingir os seus objectivos, provavelmente até por meios de
alguns infiltrados, quem sabe...
NÃO, CAROS COLEGAS! Por aí não é o caminho. Não vou dizer que aqueles que
lançaram o mote não tenham toda a legitimidade para a escolha da data. Porém
a simbologia «8 DE MARÇO DE 2007 - MAIS DE 100.000 MANIFESTANTES NAS RUA DE
LISBOA e 8 DE NOVEMBRO DE 2008 - MAIS DE 140.000 MANIFESTANTES PROFESSORES
INVADEM A CAPITAL PORTUGUESA» penso que terá ainda mais impacto. Além disso,
de nada nos adiantará a nossa manifestação após terminadas as negociações. O
nosso braço de ferro deve e tem que ser durantes as mesmas. Talvez assim,
eles tomem consciência da importância e do peso que tem a nossa classe,
quanto mais não seja em época de eleições!
Quem é o colega que está contente com a sua situação?
Por acaso, fomos tidos e achados, aquando da alteração ao estatuto da
carreira docente (ECD)? Acaso fomos ouvidos sobre a divisão da nossa classe?
E quanto à avaliação? Acaso, pretendem eles que deixemos de leccionar para
passarmos a ser administrativos, onde só impera a burocracia dos papeis? Ou
pretenderão eles que os alunos transitem sempre - segundo o estatuto do
aluno - e os docentes é que passem a ser os avaliados. Sim. A ideia
parece-me interesssante! Assim eles, «com um tiro matam dois coelhos»! Deixa
de haver insucesso escolar e é a melhor forma de não pagar aos professores.
Que bela forma, de motivar e dignificar os professores!
E já pensaram, nas novas regras dos concursos que se aproximam: acabar com o
QZP's; obrigar os professores a 25 agrupamentos e a 4 zonas. Que pretendem
eles com isto? Pois eu digo-vos: ARMAR CONFUSÃO!; colocar os professores,
com a sua vida mais ou menos estabilizada, longe de casa; separar famílias,
desmotivar a classe docente.
Mas nós não vamos permitir a tal aberração. Por isso, no dia 8 DE NOVEMBRO
DE 2008, sejamos todos e a uma só voz uma chama, A TOCHA DA UNIÃO (tal como
a olímpica). Por vezes é necessário darmos o braço a torcer.
SÓ ASSIM, TENHO A CERTEZA, VAMOS VENCER!
Um abraço a todos
O professor
MIGUEL BELINHO (aquele que em 8 de Março, foi primeira página do JN)
PS (post escriptum) - Reencaminhem a todos os colegas e mais algum. Eu já
fiz a minha parte!
----- Finalizar mensagem reenviada -----
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Notícias direto do New York Times, gols do Lance, videocassetadas e muitos outros vídeos no MSN Videos! Confira já!
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Marcar como lida
Tenho estado a observar tudo o que se passa à minha volta, toda esta
agitação, todas estas movimentações e... fico perpelexo!...
POR FAVOR: Não façam como aquele marido infiel que trocava a sua esposa de
40 anos por duas de 20 anos.
Este é o momento por que tanto esperávamos. Pensemos em nós e na nossa
carreira. Esqueçamos o nosso orgulho e unámo-nos TODOS, porque só assim
seremos CAPAZES de travar esta pouca pouca vergonha que impera no nosso
ensino! Eles (os nossos governantes) já se estão a rir de todas estas
movimentações des-sincronizadas e já batem palmas de contentes, porque
estão a conseguir atingir os seus objectivos, provavelmente até por meios de
alguns infiltrados, quem sabe...
NÃO, CAROS COLEGAS! Por aí não é o caminho. Não vou dizer que aqueles que
lançaram o mote não tenham toda a legitimidade para a escolha da data. Porém
a simbologia «8 DE MARÇO DE 2007 - MAIS DE 100.000 MANIFESTANTES NAS RUA DE
LISBOA e 8 DE NOVEMBRO DE 2008 - MAIS DE 140.000 MANIFESTANTES PROFESSORES
INVADEM A CAPITAL PORTUGUESA» penso que terá ainda mais impacto. Além disso,
de nada nos adiantará a nossa manifestação após terminadas as negociações. O
nosso braço de ferro deve e tem que ser durantes as mesmas. Talvez assim,
eles tomem consciência da importância e do peso que tem a nossa classe,
quanto mais não seja em época de eleições!
Quem é o colega que está contente com a sua situação?
Por acaso, fomos tidos e achados, aquando da alteração ao estatuto da
carreira docente (ECD)? Acaso fomos ouvidos sobre a divisão da nossa classe?
E quanto à avaliação? Acaso, pretendem eles que deixemos de leccionar para
passarmos a ser administrativos, onde só impera a burocracia dos papeis? Ou
pretenderão eles que os alunos transitem sempre - segundo o estatuto do
aluno - e os docentes é que passem a ser os avaliados. Sim. A ideia
parece-me interesssante! Assim eles, «com um tiro matam dois coelhos»! Deixa
de haver insucesso escolar e é a melhor forma de não pagar aos professores.
Que bela forma, de motivar e dignificar os professores!
E já pensaram, nas novas regras dos concursos que se aproximam: acabar com o
QZP's; obrigar os professores a 25 agrupamentos e a 4 zonas. Que pretendem
eles com isto? Pois eu digo-vos: ARMAR CONFUSÃO!; colocar os professores,
com a sua vida mais ou menos estabilizada, longe de casa; separar famílias,
desmotivar a classe docente.
Mas nós não vamos permitir a tal aberração. Por isso, no dia 8 DE NOVEMBRO
DE 2008, sejamos todos e a uma só voz uma chama, A TOCHA DA UNIÃO (tal como
a olímpica). Por vezes é necessário darmos o braço a torcer.
SÓ ASSIM, TENHO A CERTEZA, VAMOS VENCER!
Um abraço a todos
O professor
MIGUEL BELINHO (aquele que em 8 de Março, foi primeira página do JN)
PS (post escriptum) - Reencaminhem a todos os colegas e mais algum. Eu já
fiz a minha parte!
----- Finalizar mensagem reenviada -----
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Só o B P N ?
viva o saque
Aqui não interessa trabalhar. Antigamente dizia-se que só o trabalho é que produzia riqueza, mas agora não, o que vale é o saque. Sacar de qualquer maneira. Quando se é membro do governo aprova-se em nome do bem público. Quando se sai do governo vai-se gerir o que se aprovou em nome do bem público. Veja-se a Lusoponte, a Mota-Engil, as universidades,o BCP, o BPN e tanto outras que nã0 que cabiam aqui. O que interessa é sacar. E tudo em nome do sistema democrático. E então e o povo? que se lixe o povo.
Aqui não interessa trabalhar. Antigamente dizia-se que só o trabalho é que produzia riqueza, mas agora não, o que vale é o saque. Sacar de qualquer maneira. Quando se é membro do governo aprova-se em nome do bem público. Quando se sai do governo vai-se gerir o que se aprovou em nome do bem público. Veja-se a Lusoponte, a Mota-Engil, as universidades,o BCP, o BPN e tanto outras que nã0 que cabiam aqui. O que interessa é sacar. E tudo em nome do sistema democrático. E então e o povo? que se lixe o povo.
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