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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Subject: Cidadão José Maria de Jesus Martins, REENCAMINHAR

>> *Exmº Senhor*
>>
>> *Prof. Cavaco Silva*
>>
>> *Presidente da República Portuguesa*
>>
>> **
>>
>> *Excelência*
>>
>> **
>>
>> *José Maria de Jesus Martins, cidadão português,
>> advogado, com domicilio
>> profissional na Av. Defensores de Chaves, 15 , 3º
>> A,1000-109 Lisboa, toma a
>> liberdade de junto de V. Exª manifestar o seguinte:*
>>
>> **
>>
>> *1 - O jornal "Diário Económico" ,edição de hoje dia
>> 29 de Abril de 2008,
>> noticia , na primeira página, o seguinte:*
>>
>> **
>>
>> *" Estónia e Eslováquiva vão ser mais ricos que
>> Portugal". "A economia
>> portuguesa vai crescer menos em 2008 e 2009. Mesmo
>> assim estará melhor que a
>> média da Zona Euro mas perde na União Europeia a
>> vinte e sete.".*
>>
>> **
>>
>> *Como V. Exª sabe, até porque tem obrigação de
>> saber, Portugal definha.*
>>
>> **
>>
>> *Hoje Portugal na União Europeia vai sendo
>> ultrapassado por todos os Estados
>> Membros.*
>>
>> **
>>
>> *Em Portugal já há fome. As políticas de emprego são
>> ineficazes. os
>> portugueses vivem cada vez mais nas margens dos
>> melhores padrões de vida da
>> UE.*
>>
>> **
>>
>> *O Governo Português está a levar Portugal para a
>> miséria, para a vergonha
>> de sermos piores que todos os outros.*
>>
>> **
>>
>> *Antes, nas décadas de 1960, 1970 e até 1985 os
>> motivos indicados para o
>> declíneo de Portugal eram a ditadura, o fascismo.*
>>
>> **
>>
>> *Hoje, Portugal recebe todos os dias milhões de
>> euros de ajudas da UE e
>> milhões de euros vindos dos emigrantes.*
>>
>> **
>>
>> *Portugal emagrece, os portugueses já não têm um
>> sistema de saúde que os
>> proteja, emprego não há, as malas de cartão voltaram
>> em força.*
>>
>> **
>>
>> *A emigração é a grande válvula de escape para o
>> Governo afirmar que há
>> menos desemprego, quando afinal o que se passa é que
>> os portugueses que
>> perderam o emprego nas fábricas emigram, os
>> portugueses que embora possuam
>> uma licenciatura emigram, porque não têm meios de
>> vida.*
>>
>> **
>>
>> *Onde e como foram aplicadas as ajudas da União
>> Europeia?*
>>
>> **
>>
>> *Senhor Presidente, V. Exª não pode desconhecer que
>> na União Europeia
>> Portugal caminha a passos largos para ser o último.
>> E o último no que diz
>> respeito aos indices de crescimento, à criação de
>> emprego, aos padrões de
>> nível de vida.*
>>
>> **
>>
>> *O Interior está cada vez mais desertificado. O
>> Interior vai ficar sem os
>> mais velhos porque nem estes já têm estruturas de
>> saúde para os apoiar na
>> velhice.*
>>
>> **
>>
>> *A classe política tem delapidado Portugal.*
>>
>> **
>>
>> *V. Exª não pode fechar os olhos a esta realidade.*
>>
>> **
>>
>> *Não temos Forças Armadas condignas. Andamos a
>> enviar meia dúzia de homens
>> para a "cooperação" humanitária, sem meios e poder
>> de fogo, o que nos
>> avilta, nos enfraquece.*
>>
>> **
>>
>> *V. Exª sabe que os portugueses estão desesperados.
>> Famintos, sem norte.*
>>
>> **
>>
>> *Meia dúzia vive à tripa forra, manobram as riquezas
>> nacionais. O resto vive
>> à rasca passando mal e sentindo que Portugal vai a
>> caminho do fim, sem
>> influência no estrangeiro, sem rumo e sem norte.*
>>
>> **
>>
>> *A Lei de Gresham é também para ser aplicada aos
>> membros do Partido
>> Socialista e não só a Santana Lopes.*
>>
>> **
>>
>> *Portugal não precisa de um monarca , porque é uma
>> República. V. Exª tem de
>> tomar posição.*
>>
>> **
>>
>> *A resposta do Governo Português à noticia que a
>> Estónia e a Eslováquia vão
>> ser mais ricos que Portugal, nada mais é que a
>> materialização da anedota que
>> se conta da atitude e comportamento português cada
>> vez que um individuo cai
>> de um prédio:*
>>
>> **
>>
>> *"Parte o braço direito, a perna esquerda e a perna
>> direita, fractura o
>> crâneo e a bacia, e se diz":Coitado, ainda teve
>> sorte que não partiu o braço
>> esquerdo!".*
>>
>> **
>>
>> *Quo Vadis Portugal?*
>>
>> **
>>
>> *Qual o Político Português que tem cara para junto
>> dos órgãos da União
>> Europeia justificar esta miséria?*
>>
>> **
>>
>> *V. Exª deve ponderar qual a intervenção que deve
>> ter. E intervenção junto
>> do Governo.O PR não pode calar. Ou então não tem
>> razão de ser.*
>>
>> **
>>
>> *Não tarda que Cabo Verde , o Zimbabwe, o Burundi ,
>> o Mali, O Senegal, o
>> Equador, O Perú, inter alia, tenham melhores níveis
>> de vida que Portugal.*
>>
>> **
>>
>> *V. Exª deve ponderar bem qual o papel do Presidente
>> da República nesta
>> conjuntura. Algo tem der ser feito.*
>>
>> **
>>
>> *Esta miséria não tem justificação. Só a corrupção,
>> o tráfico de influências
>> , o corporativismo, a incompetência dos políticos
>> pode justificar esta
>> situação inqualificável, inadmissível.*
>>
>> **
>>
>> *Portugal está muito doente.*
>>
>> **
>>
>> *Os portugueses não compreendem o seu silêncio sobre
>> esta realidade. Um
>> Presidente da República há-de servir para algo. E os
>> portugueses não sentem
>> que sirva para os ajudar.*
>>
>> **
>>
>> *Cabe lembrar que em 1979 em artigo publicado , da
>> minha autoria, no jornal
>> "Notícias de Évora" defendi que a Estónia , a
>> Letónia e a Lituânia, deveriam
>> sair do jugo soviético.*
>>
>> **
>>
>> *Estes países hoje são mais desenvolvidods que
>> Portugal!!!*
>>
>> **
>>
>> *Portugal caminha para graves convulsões sociais.
>> Vamos sem rumo, sem
>> vergonha, dando um péssimo exemplo ao Mundo.*
>>
>> **
>>
>> *Nem com "toneladas" de euros que a União Europeia
>> nos envia Portugal
>> cresce. Inqualificável!*
>>
>> **
>>
>> *Creia, Senhor Presidente da República, que tenho
>> para mim que o PR deveria
>> ter tido outra posição quanto à questão da
>> Universidade Independente e a
>> tudo o que a envolve, e não a posição que teve.*
>>
>> **
>>
>> *Digo-o, ao abrigo direito de livre opinião e
>> expressão que a Convenção
>> Europeia dos Direitos do Homem me consagra.*
>>
>> **
>>
>> *Espero de V. Exª uma atitude, como esperam os
>> portugueses, os jovens da
>> geração dos "500 euros" e os outros que já sentem
>> vergonha deste estado de
>> coisas.*
>>
>> **
>>
>> *Com os meus respeitosos cumprimentos.*
>>
>> **
>>
>> *O cidadão Português*
>>
>> *José Maria de Jesus Martins"*
>>
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A força dos blogs

BLOGS E S.M.S.

• Durante um dos seus noticiários a SIC dedicou um largo espaço aos chamados blogs que se publicam na Internet.
E foi curioso ver como certos senhores que nas suas crónicas habituais insultam tudo e todos se insurgiram contra os blogs, argumentando que muitos deles se servem do anonimato para insultar outrem.
Sem excluir casos de abusos, que os há em toda a parte, não podemos deixar de considerar que os blogs são um fenómeno novo e que através deles muitos cidadãos conseguem transmitir ideias que, por muito válidas que o fossem, não teriam possibilidade de ser publicados nos grandes meios da comunicação social.
Na verdade esses grandes meios, desde as Tvs à imprensa cor de rosa, passando por muita da dita “imprensa de referência” obedecem a interesses de ordem puramente comercial ou pior ainda aos interesses políticos de grandes grupos económicos.
Os blogs , cujo controle tem por enquanto escapado a esses senhores são talvez a ultima forma que um cidadão comum tem de fazer ouvir a sua voz.
Por isso eles se multiplicam incomodando muita gente.
Quem diz blogs diz S.M.S…uma forma nova de rapidamente as pessoas se comunicarem umas com as outras e que ainda recentemente deu resultados espectaculares no bloqueio às bombas de gasolina, como já há uns anos tinha dado nas eleições espanholas onde as mentiras do governo de então foram desmascaradas.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Pobre País

HIPOCRISIA


• Dizem os senhores do governo que não fazem eleitoralismo.
• Mas..mais uma…desses malandros.
• Vão subsidiar os passes sociais( dizem para minorar os sacrifícios dos portugueses)
• Mas só em Lisboa e Porto…
• Será porque é aqui que se concentram os votantes que “ eles” esperam enganar mais uma vez???
• E o resto de Portugal não conta…Claro que não
• Já agora..quem viu o debate de ontem entre os candidatos à chefia do P.S.D.?
• Foi ou não o vazio absolutao….?
• Com uns e outros quem se…. É o mexilhão

terça-feira, 27 de maio de 2008

Para reflexão

Com a devida vénia transcrevemos texto do jornalista Baptista Bastos


Cada vez mais nos afastamos uns dos outros. Trespassamo-nos sem nos ver. Caminhamos nas ruas com a apática indiferença de sequer sabermos quem somos. Nem interessados estamos em o saber. Os dias deixaram de ser a aventura do imprevisto e a magia do improviso para se transformarem na amarga rotina do viver português e do existir em Portugal.



Deixámos cair a cultura da revolta. Não falamos de nós. Enredamo-nos na futilidade das coisas inúteis, como se fossem o atordoamento ou o sedativo das nossas dores. E as nossas dores não são, apenas, d'alma: são, também, dores físicas.



Lemos os jornais e não acreditamos. Lemos, é como quem diz – os que lêem. As televisões são a vergonha do pensamento. Os comentadores tocam pela mesma pauta e sopram a mesma música. Há longos anos que a análise dos nossos problemas está entregue a pessoas que não suscitam inquietação em quem os ouve. Uma anestesia geral parece ter sido adicionada ao corpo da nação.



Um amigo meu, professor em Lille, envia-me um email. Há muitos anos, deixou Portugal. Esteve, agora, por aqui. Lança-me um apelo veemente e dorido: 'Que se passa com a nossa terra? Parece um país morto. A garra portuguesa foi aparada ou cortada por uma clique, espalhada por todos os sectores da vida nacional e que de tudo tomou conta. Indignem-se em massa, como dizia o Soares.'



Nunca é de mais repetir o drama que se abateu sobre a maioria. Enquanto dois milhões de miúdos vivem na miséria, os bancos obtiveram lucros de 7,9 milhões por dia. Há qualquer coisa de podre e de inquietantemente injusto nestes números. Dir-se-á que não há relação de causa e efeito. Há, claro que há. Qualquer economista sério encontrará associações entre os abismos da pobreza e da fome e os cumes ostensivos das riquezas adquiridas muitas vezes não se sabe como.



Prepara-se (preparam os 'socialistas modernos' de Sócrates) a privatização de quase tudo, especialmente da saúde, o mais rendível. E o primeiro-ministro, naquela despudorada 'entrevista' à SIC, declama que está a defender o SNS! O desemprego atinge picos elevadíssimos. Sócrates diz exactamente o contrário. A mentira constitui, hoje, um desporto particularmente requintado. É impossível ver qualquer membro deste Governo sem ser assaltado por uma repugnância visceral. O carácter desta gente é inexistente. Nenhum deles vai aos jornais, às Televisões e às Rádios falar verdade, contar a evidência. E a evidência é a fome, a miséria, a tristeza do nosso amargo viver; os nossos velhos a morrer nos jardins, com reformas de não chegam para comer quanto mais para adquirir remédios; os nossos jovens a tentar a sorte no estrangeiro, ou a desafiar a morte nas drogas; a iliteracia, a ignorância, o túnel negro sem fim.



Diz-se que, nas próximas eleições, este agrupamento voltará a ganhar. Diz-se que a alternativa é pior. Diz-se que estamos desgraçados. Diz um general que recebe pressões constantes para encabeçar um movimento de indignação. Diz-se que, um dia destes, rebenta uma explosão social com imprevisíveis consequências. Diz a SEDES, com alguns anos de atraso, como, aliás, é seu timbre, que a crise é muito má. Diz-se, diz-se.



Bem gostaríamos de saber o que dizem Mário Soares, António Arnaut, Manuel Alegre, Ana Gomes, Ferro Rodrigues (não sei quem mais, porque socialistas, socialistas, poucos há) acerca deste descalabro. Não é só dizer: é fazer, é agir. O facto, meramente circunstancial, de este PS ter conquistado a maioria absoluta não legitima as atrocidades governamentais, que sobem em escalada. O paliativo da substituição do sinistro Correia de Campos pela dr.ª Ana Jorge não passa de isso mesmo: paliativo. Apenas para toldar os olhos de quem ainda deseja ver, porque há outros que não vêem porque não querem.



A aceitação acrítica das decisões governamentais está coligada com a cumplicidade. Quando Vieira da Silva expõe um ar compungido, perante os relatórios internacionais sobre a miséria portuguesa, alguém lhe devia dizer para ter vergonha. Não se resolve este magno problema com a distribuição de umas migalhas, que possuem sempre o aspecto da caridadezinha fascista. Um socialista a sério jamais procedia daquele modo. E há soluções adequadas. O acréscimo do desemprego está na base deste atroz retrocesso.



Vivemos num país que já nada tem a ver com o País de Abril. Aliás, penso, seriamente, que pouco tem a ver com a democracia. O quero, posso e mando de José Sócrates, o estilo hirto e autoritário, moldado em Cavaco, significa que nem tudo foi extirpado do que de pior existe nos políticos portugueses. Há um ranço salazarista nesta gente. E, com a passagem dos dias, cada vez mais se me acentua a ideia de que a saída só reside na cultura da revolta.




posted by Lumife @ 5/23/2008 11:07:00 AM 10 comments

Quinta-feira, Maio 22, 2008

sábado, 24 de maio de 2008

Sócrates e Louçã...comparem

isso, independentemente das suas ideias políticas, aqui vai com a devida vénia:

Uma boa piada, diz o jornalista do Portugal Diário! Eu fui à Internet verificar o curriculum e não resisto a publicar:

Actividade política:

*Louçã, nasceu em 12 de Novembro de 1956. Participou na luta contra a Ditadura e a Guerra no movimento estudantil dos anos setenta, foi preso em Dezembro de 1972 com apenas 16 anos e libertado de Caxias sob caução, aderindo à LCI/PSR em 1972 e em 1999 fundou o Bloco de Esquerda. Foi eleito deputado em 1999 e reeleito em 2002 e 2005. É membro das comissões de economia e finanças e antes comissão de liberdades, direitos e garantias. Foi candidato presidencial em 2006.

Actividades académicas:

Frequentou a escola em Lisboa no Liceu Padre António Vieira (prémio Sagres para os melhores alunos do país), o Instituto Superior de Economia (prémio Banco de Portugal para o melhor aluno de economia), onde ainda fez o mestrado (prémio JNICT para o melhor aluno) e onde concluiu o doutoramento em 1996.

Em 1999 fez as provas de agregação (aprovação por unanimidade) e em 2004 venceu o concurso para Professor Associado, ainda por unanimidade do júri. É professor no ISEG (Universidade Técnica de Lisboa), onde tem continuado a dar aulas e onde preside a um dos centros de investigação científica (Unidade de Estudos sobre a Complexidade na Economia).

Recebeu em 1999 o prémio da History of Economics Association para o melhor artigo publicado em revista científica internacional. É membro da American Association of Economists e de outras associações internacionais, tendo tido posições de direcção em algumas; membro do conselho editorial de revistas científicas em Inglaterra, Brasil e Portugal; "referee" para algumas das principais revistas científicas internacionais (American Economic Review, Economic Journal, Journal of Economic Literature, Cambridge Journal of Economics, Metroeconomica, History of Political Economy, Journal of Evolutionary Economics, etc.).

Foi professor visitante na Universidade de Utrecht e apresentou conferências nos EUA, Inglaterra, França, Itália, Grécia, Brasil, Venezuela, Noruega, Alemanha, Suíça, Polónia, Holanda, Dinamarca, Espanha.

Publicou artigos em revistas internacionais de referência em economia e física teórica e é um dos economistas portugueses com mais livros e artigos publicados (traduções em inglês, francês, alemão, italiano, russo, turco, espanhol, japonês).

Em 2005, foi convidado pelo Banco Mundial para participar com quatro outros economistas, incluindo um Prémio Nobel, numa conferência científica em Pequim, foi desconvidado por pressão directa do governo chinês alegando razões políticas.

Terminou em Agosto um livro sobre "The Years of High Econometrics" que será publicado brevemente nos EUA e em Inglaterra.

Obras publicadas:

Ensaios políticos

Ensaio para uma Revolução (1984, Edição CM)

Herança Tricolor (1989, Edição Cotovia)

A Maldição de Midas A Cultura do Capitalismo Tardio (1994, Edição Cotovia)

A Guerra Infinita, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2003)

A Globalização Armada As Aventuras de George W. Bush na Babilónia, com Jorge Costa (Edições Afrontamento, 2004)

Ensaio Geral Passado e Futuro do 25 de Abril, co-editor com Fernando Rosas (Edições D. Quixote, 2004)

Livros de Economia

Turbulence in Economics (edição Edward Elgar, Inglaterra e EUA, 1997), traduzido como Turbulência na Economia (edição Afrontamento, 1997)

The Foundations of Long Wave Theory, com Jan Reinjders, da Universidade de Utrecht (edição Elgar, 1999), dois volumes

Perspectives on Complexity in Economics, editor, 1999 (Lisboa: UECE-ISEG)

Is Economics an Evolutionary Science?, com Mark Perlman, Universidade de Pittsburgh (edição Elgar, 2000)

Coisas da Mecânica Misteriosa (Afrontamento, 1999)

Introdução à Macroeconomia, com João Ferreira do Amaral, G. Caetano, S. Santos, Mº C. Ferreira, E. Fontainha (Escolar Editora, 2002)

As Time Goes By, com Chris Freeman (2001 e 2002, Oxford University Press, Inglaterra e EUA); já traduzido para português (Ciclos e Crises no Capitalismo Global - Das revoluções industriais à revolução da informação, edições Afrontamento, 2004) e chinês (Edições Universitárias de Pequim, 2005)




* Fonte Wikipédia

Sobre sócrates, sabe-se que é engenheiro civil tirado na Universidade Independente, ainda sob suspeita de ilegalidades. Que assinava como Engenheiro quando era Engenheiro-Técnico. Que elaborou ou pelo menos assinou uns projectos de habitação caricatos. Que a sua actividade política se deu com o 25 de Abril na JSD/PSD e depois no PS como deputado e como governante. Do seu curriculum sabe-se ainda (embora ele o desconhecesse) que teve uma incursão fugaz como empresário-sócio de uma empresa de venda de combustíveis.

Quanto a curriculuns estamos conversados!

--------------------

Quanto à idade devem ter diferença de meses...

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--
Francisco Prates





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sexta-feira, 23 de maio de 2008

Tudo ao molho

Por motivos pessoais não tenho podido virá net...e " alimentar" weste blog.
Prometo recomeçar a partir de segunda feira próxima.
Mas uma só questão...tenho acompanhado a luta entre os cinco( especialmente três) candidatos á liderança do P.S.D.
Mas o que ~trazem eles de novo ao país?
Em que se diferenciam uns dos outros?
E pior...em que se diferenciam eles do "engenheiro" Sócrates?
E depois..admiramo-nos de continuarmos..e cvada vez mais...nos ultimos ( não nos ultimosd..mas sim no ultimo) lugares de toda a Europa..seja em que indice consideremos.
Perdão..salva-nos( salvar-nos-á ?) o futerbol.
Mas será com isso que alimenmtamos a família?

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Ai...minha vida.

Ele lá pedir desculpa...pediu.
E...se calhar...foi do mal o menos.
Mas...não sabia que não se podia fumar num avião??????
Não sabia..aquilo que qualquer pessoa sabe...haverá alguém que viaje de avião que não saiba que fumar é proibido.
Se está a dizer a verdade...não sabia...é profundamente ignorante( nem o diploma de "engenheiro" o salva,...
Se sabia e diz que não...é mentiroso.
Ou será as duas coisas???

sábado, 10 de maio de 2008

Diário de Noticias

Quem leu o Diário de Notícias de hoje...pode ler o mail que enviei aio seu Provedor do leitor...

Senhor Provedor do D.N.:

Uma pergunta muito simples:
Concorda com os títulos do D.N. de hoje, sábado 10..a seguir indicados:

Primeira página:
" Navios para Chávez construídos em Viana"
Página 42
" Estaleiros deViana fazem navios para Hugo Chávez."

Como Chávez é o presidente eleito da Venezuela...ponhamos o problema ao contrário

" Petróleo venezuelano para Cavaco"...ou em alternativa
" Petróleo venezuelano para Sócrates.


Concorda? Gostava de saber a sua opinião

Honestidade

Subject: Fw.Agrupamento de Azeitão: CE demite-se [ler carta]


ISTO é o que deviam ter feito os Conselhos Executivos TODOS em 2005, quando a ministra os chamou para meter as aulas de substituição nas escolas a 'martelo'.

Nada do que se passou a partir daí, alguma vez teria acontecido!

Quem se candidatou à gestão duma escola num determinado quadro legislativo não pode ver alterarem-se as 'regras do jogo', que obviamente colidem com o minimamente aceitável, sem tomar qualquer (o)posição a não ser a de correr o risco de serem considerados correias de transmissão das intenções do ministério.

Não parece que tenha sido para isso que a esmagadora maioria dos professores os elegeu.

Ao contrário já é crível que a ministra e acólitos sabiam muito bem com quem estavam a lidar. (manipular)

Não é estranho que ao longo de todo este processo se contem pelos dedos de uma mão os casos como este?????



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Pedido de demissão entregue ao Presidente da Assembleia do Agrupamento Vertical de Escolas de Azeitão

Vai para três anos que, culminando um processo
democrático amplamente participado, tomou posse este
Conselho Executivo.
Assumimos, então, o compromisso de 'cumprir com
lealdade' as funções que nos eram confiadas, funções
que decorriam de um quadro legislativo bem diverso do
actual.
Neste exercício, democratizámos as relações
inter-pares, gerámos expectativas e esperanças,
fomentámos a iniciativa e a criatividade, quisemos
aprofundar a
relação pedagógica, libertando os professores de
tarefas menores, para benefício dos alunos.
Respeitando as pessoas e dignificando a Escola.
Porém, as regras mudaram a meio do jogo. É agora bem
diferente enquadramento legal que regula a nossa
acção.
Uma incontinência legislativa inexplicável minou e
desvirtuou os compromissos que assumíramos: não nos
propusemos asfixiar os professores em tarefas
burocráticas sem sentido, alheias ao objecto da sua
missão; não nos propusemos fragilizar o estatuto dos
profissionais da educação; não nos propusemos
submergir os docentes em relatórios, planos,
projectos, registos, sem que daí resultassem vantagens
ou benefícios para os alunos; nem nos propusemos
liquidar o espaço de participação democrática na
escola.
Com a actual publicação do Dec. Lei nº 75/2008
suprime-se tudo o que de
dinâmico, criativo e participado existia na gestão das
escolas.
A opção por um órgão unipessoal - o director, a sua
selecção num colégio eleitoral restrito, as nomeações
dos responsáveis pelos cargos de gestão intermédia
pelo director, são medidas que não têm em conta os
princípios de uma gestão assente na separação de
poderes entre os vários órgãos. Este diploma potencia
riscos de autocracia e não reconhece o primado da
pedagogia e do científico face ao administrativo.
Encerra uma lógica economicista e empresarial adversa
à verdadeira missão da escola.
Não valoriza nem reconhece a diversidade de opiniões e
a consequente construção de consensos como motores
privilegiados da mudança e da promoção de uma escola
de qualidade.
Não permite que a instituição escolar se constitua
como um espaço privilegiado de experiências de
cidadania.
Em suma, passados 34 anos sobre o 25 de Abril, o
modelo democrático de gestão chegou ao fim.
E aos órgãos democraticamente eleitos, convertidos em
comissão liquidatária, é 'encomendada' a tarefa de,
negando a sua própria
natureza, abrirem caminho a um ciclo de autoridade não
sufragada, de centralismo, e até de
governamentalização da vida das escolas.
Por considerar que o novo modelo de gestão atenta
contra valores e princípios que sempre defendi, e por
não querer associar-me à sua implementação, eu, Maria
Leonor Caldeira Duarte, apresento o pedido de
demissão do cargo de Vice-presidente do Conselho
Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas de
Azeitão.

Com os melhores cumprimentos
Azeitão, 28 de Abril de 2008
> Maria Leonor Duarte












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quinta-feira, 8 de maio de 2008

É preciso coragem

Pedido de demissão entregue ao Presidente da Assembleia do Agrupamento Vertical de Escolas de Azeitão:



“Vai para três anos que, culminando um processo democrático amplamente participado, tomou posse este Conselho Executivo. Assumimos, então, o compromisso de 'cumprir com lealdade' as funções que nos eram confiadas, funções que decorriam de um quadro legislativo bem diverso do actual.

Neste exercício, democratizámos as relações inter-pares, gerámos expectativas e esperanças, fomentámos a iniciativa e a criatividade, quisemos aprofundar a relação pedagógica, libertando os professores de tarefas menores, para benefício dos alunos. Respeitando as pessoas e dignificando a Escola.

Porém, as regras mudaram a meio do jogo. É agora bem diferente enquadramento legal que regula a nossa acção.

Uma incontinência legislativa inexplicável minou e desvirtuou os compromissos que assumíramos: não nos propusemos asfixiar os professores em tarefas burocráticas sem sentido, alheias ao objecto da sua missão; não nos propusemos fragilizar o estatuto dos profissionais da educação; não nos propusemos submergir os docentes em relatórios, planos, projectos, registos, sem que daí resultassem vantagens ou benefícios para os alunos; nem nos propusemos liquidar o espaço de participação democrática na escola.

Com a actual publicação do Dec. Lei nº 75/2008 suprime-se tudo o que de dinâmico, criativo e participado existia na gestão das escolas.

A opção por um órgão unipessoal - o director, a sua selecção num colégio eleitoral restrito, as nomeações dos responsáveis pelos cargos de gestão intermédia pelo director, são medidas que não têm em conta os princípios de uma gestão assente na separação de poderes entre os vários órgãos. Este diploma potencia riscos de autocracia e não reconhece o primado da pedagogia e do científico face ao administrativo.

Encerra uma lógica economicista e empresarial adversa à verdadeira missão da escola.

Não valoriza nem reconhece a diversidade de opiniões e a consequente construção de consensos como motores privilegiados da mudança e da promoção de uma escola de qualidade. Não permite que a instituição escolar se constitua como um espaço privilegiado de experiências de cidadania.

Em suma, passados 34 anos sobre o 25 de Abril, o modelo democrático de gestão chegou ao fim.

E aos órgãos democraticamente eleitos, convertidos em comissão liquidatária, é 'encomendada' a tarefa de, negando a sua própria natureza, abrirem caminho a um ciclo de autoridade não sufragada, de centralismo, e até de governamentalização da vida das escolas.

Por considerar que o novo modelo de gestão atenta contra valores e princípios que sempre defendi, e por não querer associar-me à sua implementação, eu, Maria Leonor Caldeira Duarte, apresento o pedido de demissão do cargo de Vice-presidente do Conselho Executivo do Agrupamento Vertical de Escolas de Azeitão.



Com os melhores cumprimentos

Azeitão, 28 de Abril de 2008

Maria Leonor Duarte

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Portugal feliz

As mulheres sempre foram, e serão, MUITO mais inteligentes e práticas do que os homens:



Diz o Primeiro-Ministro para um dos seus IMENSOS Secretários:

- Vou atirar esta nota de 100 Euros pela janela e fazer um português feliz.

- Sr.Engenheiro, não acha preferível atirar 2 de 50 e fazer 2 portugueses felizes? - diz o Secretário.

- Não faça isso, Sr. Primeiro-Ministro. Atire 20 notas de 5 e faça 20 portugueses felizes! - diz o Escriturário lá no seu canto.

Ouvindo isto tudo, reage a senhora de limpeza: Porque é que o senhor Primeiro-Ministro não se atira da janela e faz dez milhões de portugueses felizes?????

Fábula

O cavalo e o porco... reflexão*

Um fazendeiro coleccionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo.

Assim, ele atazanou o seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário: Bem, o seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias; no terceiro dia eu voltarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.

O porco escutava toda a conversa.

No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: - Força amigo ! Levanta daí, senão você será sacrificado!

No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco aproximou-se do cavalo e disse: - Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu ajudo-te a levantar... Upa!

No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse: - Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco aproximou-se do cavalo e disse: -Amigo, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar!

Óptimo, vamos um, dois, três, agora mais depressa vai...

Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa!!! Você venceu, Campeão!

Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e

gritou: - Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... 'VAMOS MATAR O PORCO! '



Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho. Nem sempre alguém

percebe, quem tem o mérito pelo sucesso.



Saber viver sem ser reconhecido é uma arte.



Afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispor???

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: *AMADORES CONSTRUÍRAM A ARCA DE NOÉ... E.....PROFISSIONAIS CONSTRUÍRAM O TITANIC...*

segunda-feira, 5 de maio de 2008

VOTAR

Começou oficialmente a campanha eleitoral dos professores contra o PS, com o slogan:

'VOTA à DIREITA ou à ESQUERDA! NÃO VOTES é no PS!'


A DERROTA DAS MAIORIAS
O governo governa com a maioria e não com as manifestações da Rua, diz o Sr. Primeiro-ministro. É verdade, se o PS não tivesse a maioria, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar os professores, nem de aprovar o novo estatuto da carreira docente, que é um insulto a quem presta tão nobre serviço à Nação. Já foi votada no Parlamente por três vezes a suspensão do novo estatuto da carreira docente e das três o PS votou contra suspensão.

Colegas, chegou o momento de ajustar contas com o PS. Se este partido tivesse menos de 1% dos votos expressos nas últimas eleições, não teria a maioria e nunca teria tido a coragem de promover esta enorme afronta aos professores. Somos 150.000 o equivalente a 3% dos votos nacionais expressos. Se nas próximas eleições, que são dentro de um ano, todos os professores votarem em massa em todos os partidos excepto no PS, este partido nunca mais volta a ter a maioria e será a oportunidade soberana de devolver ao Sr. Sócrates as amêndoas amargas que ofereceu aos professores.

Colegas, quem foi capaz de ir do Minho, Trás-os-Montes, Algarve, Madeira e Açores a Lisboa, também consegue nas próximas legislativas dirigir-se à sua assembleia de voto, e votar a derrota do PS.

Em Portugal há partidos para todos os gostos, quer à direita quer à esquerda do PS, é só escolher, maiorias nunca mais.

Os professores para além de terem a capacidade de retirar a maioria ao PS têm também a capacidade de o derrotar, basta para isso que os professores convençam metade dos maridos ou mulheres, metade dos seus filhos maiores, metade dos seus pais e um vizinho a não votar PS, e já são mais de 500.000, foram os votos que o PS teve a mais que a oposição.

Os professores estão pela primeira vez unidos, esta união tem de ser para continuar, e têm agora uma ferramenta poderosa ao seu alcance, a Internet, que nos põe em contacto permanente uns com os outros.

Senão vejamos (progressão geométrica de razão 5):
esta mensagem vai ser enviada a 5 colegas;
se cada um destes colegas enviar a outros cinco, já somos 25;
se estes enviarem a mais cinco já somos 125;
se estes enviarem a mais cinco já somos 625;
se estes enviarem a mais cinco já somos 3.125;
se estes enviarem a mais cinco já somos 15.625;
se estes enviarem a mais cinco já somos 78.125;
se estes enviarem a mais cinco já somos 390.625;
isto é, o dobro dos professores que temos em Portugal.
À sétima vez que esta mensagem for reenviada todos os colegas ficarão a saber a informação e FORÇA que ela contém.
Ramiro Marques





--
Margarida

domingo, 4 de maio de 2008

Adão e Eva

Um alemão, um francês, um inglês e um português comentam sobre um
quadro de Adão e Eva no Paraíso. O alemão disse:
- Olhem que perfeição de corpos: ela esbelta e esguia, ele com este
corpo atlético, os músculos perfilados... Devem ser alemães.

Imediatamente, o francês reagiu:
- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as
figuras... ela tão feminina... ele tão masculino... Sabem que em breve
chegará a tentação... Devem ser franceses.

Movendo negativamente a cabeça, o inglês comenta:
- Que nada! Notem... a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da
pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser Ingleses.

Depois de alguns segundos mais de contemplação, o português exclama:
- Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm
casa,só têm uma triste maçã para comer, não protestam e ainda pensam que estão
no Paraíso. Só podem ser Portugueses!!!!...................

sábado, 3 de maio de 2008

Carta enviada ao programa " Clube de jornalistas"da R.T.P.

Vosso programa

Foi com tristeza que ouvi o vosso ultimo programa.
Na véspera do Primeiro de Maio...no dia em que milhares e milhares de trabalhadores lutaram pelos seus direitos...a vossa emissão sobre política apenas se preocupou com quem será o novo lider do P.S.D.( aí até nenhum dos comentadores conseguiu encontrar qualquer diferença de vulto entre os diversos candidatos...a não ser formal e sobre quem apoia quem...) e sobre as hipóteses de a nova liderança desse partido vir a derrotar oP.S. em eleições gerais.
Nem uma pergunta sobre o que diferencia os dois partidos..quer em questões económicas quer sociais( realmente talvez não haja nada a perguntar..tão iguaisinhos são).
Mas um programa televisivo que se quer honesto.. deve perguntar...um verdadeiro programa que se interesse pelos ouvintes..não pode ignorar que existem outros partidos..particularmente ´`à esquerda ..não pode ignorar que quer P.C.P. quer B.E.têm políticas muito diferentes daqueles que nos têm governado.
E, não pode ignorar também que todas as sondagens dão subida acentuada das ditas forças..por muito que os grandes media os tentem ignorar.
Sem outro motivo, sou

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Voltando ao ensino

Tenho cinquenta e tal anos de idade, trinta e muitos dos quais como docente no ensino secundário e no ensino superior.

Fiz a Licenciatura com 16 valores, o Estágio Pedagógico com 18 e um mestrado em Ciências da Educação com Muito Bom.
Dediquei a minha vida à Escola Pública. Fui Presidente do Conselho Executivo (dois mandatos), orientador de estágio pedagógico (3 anos), delegado de grupo / coordenador de departamento (dois mandatos), Presidente do Conselho Pedagógico (um mandato) e director de turma durante vários anos.

Nos últimos tempos leccionei no ensino superior, com ligação permanente à formação de professores.Desempenhei vários cargos pedagógicos, participei em múltiplos projectos e desenvolvi dois trabalhos de elevado valor científico.
Entretanto, regressei ao ensino secundário e à minha escola de origem.
Alguns dos antigos colegas, embora mais novos do que eu e com menos tempo de serviço (compraram o tempo, explicaram-me depois) já se tinham reformado. Eu também já tinha idade, mas faltavam-me alguns meses para o tempo necessário quando mudaram as regras do jogo. E como se não bastasse a alteração dessas regras, é aprovado, entretanto, um novo estatuto para a carreira docente. E logo de seguida é aberto o concurso para professores titulares. Um concurso para uma nova categoria onde eu não tinha lugar!
Não reunia condições. Mesmo com um Mestrado em Ciências da Educação e sem ter dado uma única falta nos últimos sete anos, o meu curriculum valia, apenas, 93 pontos! Faltavam 2 pontos para o mínimo exigido a quem estivesse no 10º escalão.

Com as novas regras, o meu departamento passou a ser coordenado, a partir do presente ano lectivo, por um professor titular. Um professor que está posicionado no 8º escalão. Tem menos 15 anos de serviço do que eu. Foi meu aluno no ensino secundário e, mais tarde, meu estagiário. Fez um bacharelato com média de 10 valores e no estágio pedagógico obteve a classificação de 11 valores. Recentemente concluiu a licenciatura numa estabelecimento de ensino privado, desconhecendo a classificação obtida. É um professor que nunca exerceu qualquer cargo pedagógico, à excepção de director de turma. Nos últimos sete anos deu 84 faltas, algumas das quais para fazer 15 dias de férias na República Dominicana (o atestado médico que utilizou está arquivado na secretaria da escola, enquanto os bilhetes do avião e a factura do hotel constam de um outro processo localizável). O seu curriculum vale 84 pontos, menos 9 pontos do que o meu. Contudo, este docente foi nomeado professor titular.

De acordo com o Senhor Primeiro Ministro e demais membros do seu Governo, com o apoio do Senhor Presidente da República e, agora, com o apoio dos dirigentes sindicais, este professor está em melhores condições do que eu para integrar " (…) um corpo de docentes altamente qualificado, com mais experiência, mais formação e mais autoridade, que assegure em permanência as funções de organização das escolas para a promoção do sucesso educativo, a prevenção do abandono escolar e a melhoria da qualidade das aprendizagens."

A conclusão, embora absurda, é clara: se eu estivesse apenas no 9º escalão, e com os mesmos pontos, seria considerado um docente altamente qualificado, com mais experiência, mais formação e mais autoridade. Como estou no 10º escalão, e não atingindo os 95 pontos, eu já não sou nada.

Isto é o resultado de uma selecção feita com base na "(…) aplicação de uma grelha de critérios objectivos, observáveis e quantificáveis, com ponderações que permitam distinguir as experiências profissionais mais relevantes (…)[onde se procurou] reduzir ao mínimo as margens de subjectividade e de discricionariedade na apreciação do currículo dos candidatos, reafirmando-se o objectivo de valorizar e dar prioridade na classificação aos professores que têm dado provas de maior disponibilidade para assumir funções de responsabilidade." É assim que "reza" o DL 200/2007, de 22 de Maio. Admirável!

Agora consta-se por aí (e por aqui) que aquele professor (coordenador do meu departamento) me irá avaliar…
Não, isso não será verdade. Esse professor irá, provavelmente, fazer de conta que avalia, porque só pode avaliar quem sabe, quem for mais competente do que aquele que se pretende avaliar.
O título de "titular" não é, só por si, suficiente. Mesmo que isto seja só para fazer de conta…

Conhecidos que são os meus interesses, passo ao principal objectivo desta carta, que é, simplesmente, pedir perdão!

Pedir perdão, em primeiro lugar, aos meus alunos. Pedir perdão a todos os Pais dos meus alunos. Pedir perdão porque estou de professor, mas sem me sentir professor. Tal como milhares de colegas, humilhados e desencorajados, sinto-me transformado num funcionário inútil, à espera da aposentação.
Ninguém consegue ser bom professor sem um mínimo de dignidade. Ninguém consegue ser bom professor sem um mínimo de paixão.

As minhas aulas eram, outrora, coloridas, vivas e muito participadas. Com acetatos, diaporamas, vídeos, power point, etc. Hoje é, apenas, o giz e o quadro. Só a preto e branco, com alguns cinzentos à mistura.
Sinto-me desmotivado, incapaz de me empenhar e de estimular. Receio vir a odiar a sala de aulas e a própria escola. Receio começar a faltar para imitar o professor titular e coordenador do meu departamento (só não irei passar férias para a República Dominicana porque tenho outras prioridades…). Receio que os professores deste País comecem a fingir que ensinam e a fingir que avaliam. Sim, porque neste país já tudo me parece a fingir.

Cumprimentos.

(Um professor anónimo e humilhado, tal como milhares de outros professores)



-texto retirado de http://gestavea-caminhando.blogspot.com/2008/04/aos-meus-alunos-aos-pais-dos-meus.html

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Primeiro de Maio -Trabalhadores em luta



UM DOS MAIORES PRIMEIROS DE MAIO...EM LUTA CONTRA OS PROJECTOS DE LEI LABORAL DO GOVERNO SÓCRATES

Calculando como nos deve "lixar"...