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terça-feira, 29 de abril de 2008

Para ler e chorar

os Barreirenses se indignarem....estamos nesse direito!!!!!!!




Médicos Espanhóis (Barreiro): venham mais... !!!!



TOCA A PASSAR AOS AMIGOS - DIVULGUEM !!!



Já entenderam bem, porque é que existem listas de espera?



Em 6 dias um médico espanhol operou tanto como 5 !!! médicos num ano e por metade do preço cobrado na privada.

Em seis dias, um oftalmologista espanhol realizou 234 cirurgias a doentes com cataratas no Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, num processo que está a " indignar " a Ordem dos Médicos.

Os preços praticados são altamente concorrenciais, tendo sido esta a solução encontrada pelo hospital para combater a lista de espera. O paciente mais antigo já aguardava desde Janeiro de 2007, tendo ultrapassado o prazo limite de espera de uma cirurgia.

No ano passado chegaram a existir 616 novas propostas cirúrgicas em espera naquela unidade de saúde.

Os sete especialistas do serviço realizaram apenas 359 operações em 2007 (cerca de 50 por médico num ano).

No final do ano passado, a lista de espera era de 384 e foi entretanto reduzida a 50, com a intervenção do médico espanhol.



A passagem pelo Barreiro durante o mês de Março - onde garante regressar nos próximos dois anos, embora o hospital não confirme - foi a segunda experiência em Portugal do oftalmologista José Antonio Lillo Bravo, detentor de duas clínicas na Extremadura espanhola - em Dom Benito (Badajoz) e Mérida.

Entre 2000 e 2003 já havia realizado 1500 operações no Hospital de Santa Luzia, em Elvas, indiferente às "críticas" de que diz ter sido alvo dos colegas portugueses. " Eu percebo a preocupação deles e sei porque há listas de espera tão grandes em Portugal. É que por cada operação no privado cobram cerca de dois mil euros " , diz ao Diário de Notícias o oftalmologista espanhol, inscrito na Ordem dos Médicos portuguesa, que cobrou 900 euros por cada operação realizada no Barreiro.



As 234 cirurgias realizadas no Barreiro, por um total de 210 mil euros, foi o limite possível sem haver necessidade de abrir concurso público internacional, sendo que o médico fez deslocar a sua equipa e ainda o microscópio e o facoemulsificador.

O hospital disponibilizou somente um enfermeiro para prestar apoio.





TENHAM VEGONHA, SENHORES "DÓTORES",

GOVERNANTES E POLÍTICOS DA NOSSA PRAÇA !!!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

CRIL

Sugere-se a consultaa
www.cril-segura.com

Mais um atentado deste Governo contra os cidadãos e em defesa dos grandes interesses imobiliários.

sábado, 26 de abril de 2008

P S D

DO P.S. já temos conversado...um governo que nada mais tem feito excepto infernizar a vida dos portuguese.
E será que podemos esperar algo do P.S.D.?
É evidenteque não..a luta fraticida pelo poder entre várias personaliodaes...grupinhos..barões e grupelhos..nada pode augurar de bom.
O Durão em devido tempo pisgou-se paraa Europa( para fazer a vontade aos grandes grupos económicos), o Santana foi a desgraça que todos sabemos...a Manuela ferreira Leite( quem não se lembra dela e docélebre caso dos hemofílicos) , o Marcelo sabe dar bocas"..etc...etc.
E todos querem o tacho, inclusive o tal Jardim que classificou de loucos os deputados da oposição na Madeira...quem será o louco?( basta ver as suas figuras na TV)
Isso tudo pouco importaria se não estivesse em causa o nosso futuro.
E, realmente se temos de escolher entre P.S e P.S.D. com as suas políticas e as suas incapacidades...então estamos todos " fritos" ...

sexta-feira, 25 de abril de 2008

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Veja meu Slide Show!




ESTES SÃO ALGUNS DOS QUE NOS TRATAM (MAL) DA SAÚDE...MAS TRATAM BEM DA DELES.
mAS HÁ MAIS

terça-feira, 22 de abril de 2008

A MINISTRA (3))

entrevista lamentável

O inefável António Ribeiro Ferreira [ARF], desocupado da lide informativa, entendeu apadrinhar uma entrevista zelosa à senhora Ministra da Educação. O sr. ARF deu à luz um conjunto de disparates, com o conúbio de Maria Lurdes Rodrigues [MLR], sobre o sistema educativo, a organização escolar e o trabalho de professores e alunos, inenarrável. A declaração de interesses final do senhor jornalista é elucidativa. Sem o mínimo estudo, instrução e percepção sobre o assunto, o sr. ARF faz mau jornalismo, como quase todos os que se metem nessa aventura de opinar sobre a educação e o ensino - e são já muitos, desde os putativos comentadores dos jornalecos indígenas àqueles que, largamente, militam fantasiosamente na blogosfera.

Cuida o sr. ARF, e cuidam todos os comentadores que tricotam admiráveis prosas sobre o ensino, que os professores são meros funcionários administrativos - seres desprezáveis e de vida fácil - sem labor profissional, cultural ou intelectual. Cuida o sr. ARF, e cuidam todos os comentadores de testada altiva, que os cursos e diplomas que os professores (orgulhosamente) exibem e nos diversos ramos do saber, não lhes servem para nada. E que qualquer ARF ou ministra da educação podem soluçar, jubilosamente, autorizadas apreciações sobre a docência, o ensino e a educação pública, sem nenhum contraditório. Cuida o sr. ARF, e cuidam todos os comentadores investidos de idiotas toleimas, que os professores são meros papagaios transmissores/reprodutores do conhecimento cientifico, sem discurso, exercício e acção pedagógica visível e que, na sua natureza educacional, só debitam aquilo que (presumidamente) na folclorização das faculdades aprenderam. E que qualquer ARF ou ministra da educação podem, em piramidal discursata e em aleluias de ruído gratuito, passar atestados de imbecilidade a docentes, que ao longo da sua profissão têm feito inúmeros (e, por vezes, inenarráveis) investimentos culturais, formativos e pedagógicos, conforme a tutela e a administração escolar muda de humores. Cuida o sr. ARF, e cuidam todos os ofegantes comentadores afectados pela "inteligência" ministerial, que o debate e o conflito que reina e persiste no ensino público e na educação não vai deixar sequelas insanáveis entre docentes (ofendidos e injuriados que estão a ser) e os seus grosseiros detractores. Cuidam - caso curioso -, mas enganam-se!

Da lamentável entrevista ficam aqui, apenas, duas singelas questões, que persistem no enrodilhar da argumentação ministerial. Dado o alvoroço revelado na entrevista e pela montra das adulterações feitas no que se disse, não tínhamos, nem espaço nem paciência para mais. Sobre a funcionalização da função docente e a verticalização da sua carreira, mecanicamente e abusivamente tomada de experiências teóricas de outras profissões e a que a professora MLR denomina, com imensa graça sociológica, de novo "paradigma", falaremos um dia.

A primeira questão é simples: a senhora ministra da educação, na sua cegueira teórica, considera que via o desditoso antigo ECD, a progressão da carreira fornecia professores "mais experientes, mais graduados e melhor remunerados mas [que] isso não correspondia a nenhuma responsabilidade", mas ao mesmo tempo no seu novo e santificado ECD coloca, justamente, tais docentes como professores-titulares, ao abrigo do que prosaicamente denomina "meritocracia", num concurso duvidoso e insano. Estamos conversados!

A segunda questão é tão simples como curiosa: a senhora ministra da educação entende (não por experiência própria, como se sabe) que as "nossas escolas tinham um défice dessa responsabilização individual, dessa exigência de trabalho de equipa" e assegura que com a nova organização da administração escolar, com a nova avaliação dos docentes, tal facto é superado. Ora está provado que o que existia, de facto, nas escolas era um trabalho colectivo e em equipa. Do processo ensino-aprendizagem, com as planificações feitas em grupo curricular e validadas em sede de Conselho Pedagógico, até ao trabalho na chamada Escola Cultural e/ou informal, era visível o esforço em equipa dos docentes. Evidentemente que a professora MLR desconhece o que é um projecto educativo, a dimensão organizativa da escola e a construção de uma escola democrática. Não era do seu tempo tais modernices. E que agora pense, com o processo avaliativo (e competitivo) que defende e face ao maior caos curricular que aprontou nas Escolas, que o trabalho pedagógico em equipa sairá reforçado, só revela desconhecimento e falta de consideração pelos professores. De facto, é preciso ter atrevimento. Muito atrevimento!








In http://almocrevedaspetas.blogspot.com/












De

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Portagens

Amigos vamos lá assinar, sem pensar que é trabalho para nada, assinem p.f.




Aqui fica, à V/ consideração.
O Governo prepara-se para colocar portagens nas SCUTS do Grande Porto, Costa da Prata e Litoral Norte.
Vias fundamentais como a A29, A28 e A42 vão passar a ter portagens, provavelmente ainda nos próximos meses, sem que existam alternativas viáveis.
É urgente protestar!

Assine o abaixo-assinado em:

http://www.naoasportagensnasscuts.com/index.php

Juntos podemos fazer a diferença e impedir este ataque aos nossos direitos!

Passem a palavra!





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Be a better fr

domingo, 20 de abril de 2008

É preciso resistir


A MINISTRA (2)


Caros amigos,




Afirma, hoje, a Sra. Ministra da Educação, o seguinte:




"O que fizemos foi reestruturar, no fundo formalizámos essa diferença e os professores com mais experiência e mais competências devem assumir mais responsabilidades no interior da escola mais tempo de trabalho na escola e devem ter mais responsabilidades na avaliação e acompanhamento dos professores mais novos." (Excerto da entrevista da Sra. Ministra da Educação ao Correio da Manhã, de 20/04/2008).




O país decente e com sentido de justiça precisa de saber que esta afirmação da Sra. Ministra da Educação prefigura, em inúmeras situações, uma mentira grosseira e um aviltamento à dignidade profissional de muitos docentes portugueses.




O Concurso que, supostamente, permitiu aferir a diferenciação qualitativa a que a Sra. Ministra se refere foi um autêntico embuste administrativo, que não avaliou nenhuma competência específica nos professores e nenhuma qualidade de desempenho, assim como não valorizou a experiência dos docentes, reduzindo-a, injustificadamente, à mera ocupação automática de cargos nos últimos sete anos lectivos, quando a média de tempo de serviço dos professores que se apresentaram ao Concurso de Acesso a Professores Titulares tinha mais de 20 anos de serviço docente efectivo.




Ao arrepio do que a Sra. Ministra afirma, a sua avaliação, consubstanciada nesse execrável Concurso, é que foi automática e discricionária, pois tomou toda a leccionação como se tivesse igual mérito (avaliação automática), não se preocupou em avaliar a qualidade e a adequação com que os cargos foram desempenhados (avaliação automática), tornando o concurso uma verdadeira lotaria que contemplou os que estavam em exercício de cargos (quantas vezes, sujeitos a rotatividade entre grupos de docência), ignorando aqueles que os desempenharam até durante mais anos, antes de 1999 (mais experiência Sra. Ministra?!...), aniquilou aqueles docentes que se procuraram qualificar e obter formações pós-graduadas, penalizou aqueles que leccionaram em níveis de ensino superiores, habituados a formar e a avaliar futuros professores (ao mesmo tempo que valorizou, vergonhosamente, docências fantasmagóricas, que não existiram, como, por exemplo, as dos Directores dos Centros de Formação), entre outras arbitrariedades indescritíveis.




E se a Sra. Ministra da Educação acredita assim tanto nesse corpo de elite que, artificialmente, criou para gerir, coordenar e avaliar, então como devemos entender a possibilidade de os futuros Directores de Escola ou Agrupamento poderem ser professores não titulares? Vai colocar os menos "experientes e competentes" (sic, Sra. Ministra) a exercer funções de Direcção de Escola ou Agrupamento, avaliando o desempenho dos Coordenadores (professores titulares)? Não há nenhum jornalista, neste país, que confronte a Sra. Ministra da Educação com esta questão tão fácil de formular, mas que é reveladora da inconsistência de todo o sistema?...




Defenda a Sra. Ministra da Educação o que lhe aprouver defender, mas não persista no erro e na cegueira de querer associar, necessariamente, "experiência e competência" ao que resultou do vergonhoso simulacro de Concurso que implementou, porque essa associação não a pode, com honestidade intelectual, continuar a fazer, aproveitando o desconhecimento da opinião pública e de muita comunicação social.




Cumprimentos.




Octávio V Gonçalves

Ainda a avaliação(2)

Sempre defendi que a divisão gratuita, aleatória e injusta da carreira, tal como concretizada pelo Concurso de Acesso a Professor Titular, corrói a credibilidade deste ou de qualquer outro modelo de avaliação que se suporte nesta divisão (a propósito, sejam bem-vindos ao clubeSrs. Drs.António Costa, Lobo Xavier e Pacheco Pereira). Como escrevi no meu blogue, em Setembro de 2007, o Concurso de Acesso a Professor Titular foi o acto administrativo de maior arbitrariedade e injustiça alguma vez praticado pelo Ministério da Educação desde o 25 de Abril de 1974, constituindo uma verdadeira "golpada" na hierarquização dos professores.




Agora, vem o Senhor Jorge Pedreira reconhecer a injustiça deste Concurso, quando, em Julho de 2007, a Senhora Ministra da Educação bradava "êxito!, êxito!", referindo-se ao mesmo. Das duas uma, ou não sabia do que falava, ou, então, era a habitual estridência demagógica a dissimular a inépcia (velha receita dos medíocres que adjectivam sem antes substantivarem).




E já não basta querer remendar uma manta cheia de buracos, com medidas avulsas para salvar os docentes do 10º escalão, pois as ultrapassagens injustificadas e escandalosas também ocorreram ao nível dos outros escalões. Pode demorar mais algum tempo, mas alguém com responsabilidades governativas há-de ter a frontalidade e a coragem de admitir a insensatez desse Concurso, que envenena as relações profissionais e a motivação nas escolas portuguesas.




Se os nossos governantes tivessem um laivo de vergonha, esta equipa ministerial estaria já demitida ou demissionária, tantos têm sido os atropelos à lei e à justiça. Mas estes senhores são, aborrecidamente, incompetentes, para protagonizarem um acto tão distinto!...De acordo com eles, ninguém chumba, nem eles próprios (porreiro, pá!).








Já agora, obrigado ao inspirador William Turner ("Piratas das Caraíbas"): "Nenhuma causa está perdida, enquanto alguém continuar a lutar por ela."








octávio v gonçalves

Jorge Coelho

Vc sabia?
Jorge Coelho, número dois do P.S. vai ser o " patrão" da Mota-Engil.
A Mota-Engil tem ganho os concursos públicos promovidos pelo Governo.Claro que uma coisa nada tem a ver com a outra..
É pura coincidência.

Espanha




Durante vários dias este blogue não se publicou.
Fomos até Espanha onde existe um governo do Partido
Socialista, mas um governo muito diferente do que nos (des) governa.
Lá ,o nivel de vida foi elevado acima da média europeia..isto em poucos anos....
Cá, ano a ano somos ultrapassados por outros países.
Lá, a corrupção é condenda( veja-se o caso do ex-alcaide de Marbelha que está na prisão) .
E cá?

terça-feira, 15 de abril de 2008

VIDA

fim último da vida não é a excelência!!!!




O autor deste texto é João Pereira Coutinho, jornalista. Vale a pena ler!



"Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não

aconselham temeridades.

Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse,

não levam vidas descansadas.

Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa

ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê.

Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da

fortuna familiar.

Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo,

com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro,

lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de

professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança

fosse um potro de competição.

Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades

modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos

pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica

para o infinito.

É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os

amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho, as quecas

de sonho.

Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar

forte no Prozac.

É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais

queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos.

A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o

mais leve traço de humanidade.

O que não deixa de ser uma lástima.

Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam

que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!"







--
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Use "Bcc" ou "Cco" (cópia oculta) para (re)enviar o seu e-mail.
Retire os

segunda-feira, 14 de abril de 2008

FACTOS

PROFESSOR QUE SÓCRATES NÃO CONHECIA, NÃO CONHECEU NEM QUER OUVIR FALAR; A BEM DA NAÇÃO CHAMA-SE ANTÓNIO JOSÉ MORAIS E É ENGENHEIRO A SÉRIO; DAQUELES RECONHECIDOS PELA ORDEM.



O António José Morais é primo em primeiro grau da Dra. Edite Estrela. É um transmontano tal como a prima que também é uma grande amiga do Eng. Sócrates. Também é amigo de outro transmontano, também licenciado pela INDEPENDENTE o Dr. Armando Vara, antigo caixa da Caixa Geral de Depósitos, mais tarde administrador da Caixa Geral de Depósitos e actual-mente do B.C.P., grande amigo do Eng. Sócrates e da Dr.ª Edite Estrela.








O Eng. Morais trabalhou no prestigiado LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil), só que devido ao seu elevado empreendedorismo canalizava trabalhos destinados ao LNEC, para uma empresa em que era parte interessada.








Um dia foi convidado a sair pela infeliz conduta. Trabalhou para outras empresas, entre as quais a HIDRO-PROJECTO e pelas mesmas razões foi convidado a sair.








Nesta sua fase de consultor de reconhecido mérito trabalhou para a Câmara da Covi-lhã onde vendeu serviços requisitados pelo técnico Eng. Sócrates.








Daí nasce uma amizade. É desta amizade entre o Eng. da Covilhã e o Eng. Consultor que se dá a apresentação do Eng. Sócrates à Dra. Edite Estrela, proeminente deputada e dirigente do Partido Socialista. E assim começa a fulgurante ascensão do Eng. Sócrates no Partido Socialista de Lisboa apadrinhada pela famosa Dra. Edite Estrela, ainda hoje um vulto extremamente influente no núcleo duro do líder socialista.








À ambição legítima do político Sócrates era importante acrescentar o grau de licenciatura. Assim o Eng. Morais, já professor do prestigiado ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa) passa a contar naquela Universidade com um prestigiado aluno - José Sócrates Pinto de Sousa, bacharel.




O Eng. Morais, demasiado envolvido noutros projectos, faltava amiúde às aulas e, naturalmente, foi convidado a sair daquela docência.




Homem de grande espírito de iniciativa, rapidamente, se colocou na Universidade Independente. Aí o seu amigo bacharel José Sócrates, imensamente absorvido na politica e na governação seguiu-o ..." porque era a escola mais perto do ISEL que encontrou ".




E assim se licenciou, tendo como professor da maioria das cadeiras (logo quatro) o desconhecido mas exigente Eng. Morais. E, ultrapassando todas as dificuldades, conseguindo ser ao mesmo tempo Secretário de Estado e trabalhador-estudante, licencia-se, e passa a ser Engenheiro, à revelia da maçadora Ordem dos Engenheiros, que segundo consta é quem diz quem é Engenheiro ou não, sobrepondo-se completamente ao Ministério que tutela o ensino superior.




Eis que, licenciado o governante, há que retribuir o esforço do HIPER MEGA PROFESSOR, que, com o sacrifício do seu próprio descanso, deve ter dado aulas e orientado o aluno a horas fora do normal, já que a ocupação de Secretário de Estado é normalmente absorvente.




E ASSIM FOI:




O amigo Vara, também secretário da Administração Interna, coloca o Eng. Morais
como Director Geral no GEPI, um organismo daquele Ministério.




O Eng. Morais, um homem cheio de iniciativa, teve de ser demitido devido a adjudi-cações de obras não muito consonantes com a lei e outras trapalhadas na Fundação de Prevenção e Segurança fundada pelo Secretário de Estado Vara (lembram-se que foi por causa dessa famigerada Fundação que o Eng. Guterres foi obrigado a demitir o já ministro Vara (pressões do Presidente Sampaio), o que levou ao corte de relações do Dr. Vara com o Dr. Sampaio - consta até que o Dr. Vara nutre pelo ex-Presidente um ódio de estimação.




O Eng. Guterres, farto que estava do Partido Socialista (porque é um homem de bem, acima de qualquer suspeita, íntegro e patriota) aproveita a derrota nas autárquicas e dá uma bofetada de luva branca no Partido Socialista e manda-os todos para o desemprego.




Segue-se o Dr. Durão Barroso e o Dr. Santana Lopes que não se distinguem em prati- camente nada de positivo e assim volta o Partido Socialista comandado pelo Eng. Sócrates... que GANHA AS ELEIÇÕES COM MAIORIA ABSOLUTA.




Eis que, amigo do seu amigo seu amigo é,vamos dar mais uma oportunidade ao Morais, que o tipo não é para brincadeiras. E o Eng. Morais é nomeado Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça.

O Eng. Morais homem sensível e de coração grande, tomba de amores por uma cidadã brasileira que era empregada num restaurante no Centro Comercial Colombo. E, como a paixão obnubila a mente e trai a razão, nomeia a "brasuca " Directora de Logística dum organismo por ele tutelado a ganhar 1600 € por mês. Claro que ia dar chatice, porque as habilitações literárias (outra vez as malfadadas habilitações) da pequena começaram a ser questionadas pelo pessoal que por lá circulava. Daí a ser publicado no " 24 Horas” foi um ápice. E, assim, lá foi o apaixonado Eng. Morais despedido outra vez.




TIREM AS VOSSAS CONCLUSÕES...








----- Finalizar mensagem encaminhada -----


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Visualização

terça-feira, 8 de abril de 2008

Ao que estamos sujeitos

Abril 4, 2008




Apagando Fogos - Pedreira E Rodrigues Pelo Norte


Posted by Paulo Guinote under Avaliação, Ponto da Situação
[52] Comments




Eis o relato de uma das pessoas presentes na reunião em que a Ministra e o Sr Pedreira foi ao Norte tentar «domesticar» eventuais focos de resistência à implementação do novo modelo de avaliação:


Vou colocar-vos mais ou menos a par das CINCO horas de reunião... cheguei há pouco e sem apetite, sequer, para comer, e já pouca capacidade tenho para reflectir, por isso perdoem qualquer coisinha:




Presença de Jorge Pedreira, que esteve uma hora a apresentar o 2/2008, como se ninguém o conhecesse!!!! ficou tudo já à beira de um ataque de nervos;


Entretanto, chegou a ministra... quem já esteve noutras reuniões com ela, confirmou que se apresentava muito mais conciliadora, compreensiva, muito mansa.... umas das pérolas que disse, no meio de toda a sua infinita compreensão, é que 'ninguém pode dizer que os professores titulares são os que têm mais mérito'... Lá do fundo eu exclamei logo, que ela mesma o tinha dito (não, não me ouviu... o ruído foi muito) - afirmou que compreendia (pois...) que muitos pusessem em causa a credibilidade dos seus avaliadores, por essa razão, mas tal não se aplicava a todos os casos, que aquele tinha sido um concurso, que a partir de agora seriam avaliados e, mesmo esses titulares, poderiam estar sujeitos a avaliações menores... em todo o caso, tanto ela como o secretário disseram que o executivo podia, de acordo com a sua autonomia (!), dispensar um titular que considere não oferece garantias nem inspira confiança nos colegas (não... não me perguntem mais nada! o espanto foi geral e objectivamente não responderam às objecções levantadas)


Mesmo a questão de uns professores estarem sujeitos a avaliação externa dos exames e outros não.... 'as escolas podem desenvolver outros mecanismos que considerem necessários para a ferir com justiça'.... ou seja, podem até escolas agrupar-se e realizar exames aos restantes, partilhando a experiência (lindo, não é?!?!?!....)


Até ao fim desta semana (sim, a ministra disse saber que hoje é quinta) sai o despacho com as orientações para a simplificação, que não ficou, mesmo assim clara... as escolas podem sempre decidir.... há uns mínimos... os itens podem ser reduzidos/compactados para um, mas não se pode mexer nos parâmetros ou subparâmetros (mas depois já dizia que sim... sei lá!) e pode haver observação de aulas, se se entender, enfim.... dizem que não podem impor um modelo, já que há escolas que têm o processo a decorrer e não lhes podem dizer que está tudo errado... e É VERDADE!!! houve uma artista que apresentou a sua preocupação, pela falta de tempo no caso dos contratados, porque entende que os coordenadores devem também avaliar e que, pelo menos, deve observar duas aulas - já tinha reunido com os contratados, já tinham acordado tudo isso, mas não tinha tempo! (cá para mim queria que prolongassem o calendário escolar até Agosto!)


Quotas e impedimentos... pois, parece que nos vão tirar o tapete: sairá o despacho em breve (tem que ter a assinatura da ministra e do ministro das finanças), mas 'a questão dos interesses está a ser acautelada'. Mais ainda, as quotas estarão distribuídas, não por departamentos, mas por grupos: contratados, professores dos quadros, professores titulares. Creio que, deste modo (mas já não me sinto capaz de pensar escorreitamente) elimina a questão dos interesses, não? A bolsa é diferente...


Certamente há muito mais, mas já nem me ocorre. Deixo-vos só outra pérola, agora do Pedreira: 'o ministério não está disposto a apadrinhar uma avaliação de faz de conta. Não há renovação de contrato nem progressão sem avaliação. A lei é clara e só pode ser alterada por decreto lei... nem este governo, nem outro futuro, o fará'!!!!


Pronto... que me dizem?!?!?!









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Resumo da reunião dos dois secretários de estado com os PCEs de Lisboa

segunda-feira, 7 de abril de 2008

DIGNIDADE

ME abriu o concurso do melhor professor 2008. Vamos todos passar
palavra entre os professores deste país para ninguém efectuar a
candidatura a este concurso. È mais uma maneira dos professores
mostrarem que estão unidos e consideram estas medidas um modo de
atirar areia para os nossos olhos.





Não queremos prémios, queremos dignidade na nossa profissão e respeito.


Envia para os teus colegas da escola e passem a palavra para o maior
nº de professores.

domingo, 6 de abril de 2008

ELES

Será verdade?
Assim vai a glória da República)



A casa de Sócrates no registo predial, não passa de um simples apartamento.

Na verdade trata-se de uma casa senhorial no coração de Lisboa. São cinco assoalhadas dum 3º andar no edifício Heron Castilho. Tem 150 metros quadrados, avaliados em 800.000 euros, que custaram em Fevereiro de1996, 240.000 euros.

Antes vivia num modesto apartamento T2 na calçada Eng. Miguel Pais, em São Bento. Na garagem tem um Mercedes C230. Longe vão os tempos em que conduzia um modesto Rover 111.



Além disto frequenta restaurantes caros e usa fatos de marca. Como pode Sócrates viver como um homem rico, com 82 mil euros brutos (57 mil líquidos) que declarou ao Tribunal Constitucional ganhar por ano? Diz não ter rendimentos de quaisquer empresas, acções ou planos de poupança. O único património que diz ter é o carro, a casa e ordenado.



Esqueceu-se de dizer que foi sócio da Sovenco? Sociedade de Venda de Combustíveis Lda., com sede na Reboleira, Amadora, em que está registado na matrícula da sociedade. No seu site Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, não consta este pormenor.



Segundo fontes, o Ministério Público está a investigar os investimentos governamentais efectuados nas áreas do tratamento de resíduos urbanos, e a sua relação com o financiamento de actividades partidárias, durante o período em que José Sócrates exerceu funções governativas (Ministro do Ambiente de António Guterres).



Uma das principais dúvidas recai sobre o processo de adjudicação do concurso para o sistema da recolha e tratamento de resíduos do Planalto Beirão.



A Sovenco, criada em 1990, era uma Sociedade de Venda de Combustíveis. A sua constituição: Armando Vara, Fátima Felgueiras, José Sócrates, Virgílio de Sousa.



Sócrates finge, agora, não se lembrar dessa sociedade que fez.

E porque se tenta ele esquecer?

Porque:

Armando Vara - condenado a 4 anos de prisão (pena suspensa);
no entanto recebeu o prémio do amigo José Sócrates, e agora é ADMINISTRADOR DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, com 20.000,00 euros por mês, mais extras.

Fátima Felgueiras - andou foragida da Justiça no Brasil dois anos; HOJE É ELEITA PRESIDENTE DE CAMARA DE FELGUEIRAS, e tem imunidade parlamentar.

Virgílio de Sousa - condenado a prisão por um processo de corrupção no Centro de Exames de Condução de Tábua.

Compreende-se que Sócrates não se queira lembrar. Que 'ricos' amigos, hein?...Como é mesmo aquele provérbio?...

'Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és!'

Sócrates já não se lembra...

Convém é que o pessoal não se esqueça !!!






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You rock

sábado, 5 de abril de 2008

Professores

LOGRO

Para que não restem dúvidas do absoluto logro que é esta avaliação imposta pelo Governo, aqui deixo ficar dois textos (um assinado outro não) que me chegaram e que acho esclarecedores, mesmo para os teimosos e mentecaptos (colunistas incluídos):

Novo modelo de avaliação de desempenho, que não é feito para avaliar os professores, mas para evitar que eles progridam e criar um sucesso fictício e estatístico para europeu ver. É um sistema injusto e impraticável, por vários factores:1.º Os professores titulares e avaliadores foram escolhidos pelos anos de serviço e não pelo mérito nem pela competência (onde está a preocupação com o mérito e com a excelência?);

2.º Os professores que vão avaliar não têm formação na supervisão de aulas;

3.º Teremos professores de Francês a avaliar aulas de professores de Inglês, e de Educação Tecnológica a avaliar docentes de Educação Física ou vice-versa;

4.º Em muitos casos, os professores avaliados têm muito mais formação do que os avaliadores;

5.º Os professores titulares vão avaliar se os outros recorrem às novas tecnologias e muitos dos avaliadores não sabem enviar um e-mail, ligar um computador ou o que é um powerpoint;

6.º Os titulares vão avaliar o sucesso dos outros, quando, em grande parte dos casos, são eles que têm uma maior percentagem de insucesso;

7.º Os avaliadores vão avaliar professores de níveis de ensino diferentes daqueles que estão habituados a leccionar, sendo o discurso do docente obrigatoriamente distinto;

8.º Os professores perderão autoridade na sala de aula, perante os seus alunos, no dia em que entrar um titular para avaliar o professor;

9.º Só os resultados dos professores de Língua Portuguesa e de Matemática poderão ser confrontados com os dos Exames Nacionais do 3º Ciclo, o que é uma injustiça para os docentes dessas disciplinas;

10.º Os professores só ficarão com as turmas com alunos com mais dificuldades, caso não possam fugir, pois terão famílias para sustentar e empréstimos para pagar;

11.º Um professor que queira ser honesto e exigente será avaliado negativamente e corrido do ensino;

12.º Serão premiados os professores de disciplinas que não dêem testes;

13.º Se um professor tiver o azar de ter um aluno que abandone a escola para emigrar ou que os pais não tenham condições para o manter a estudar, será penalizadíssimo na sua avaliação;

14.º Se um docente tiver o azar de perder um familiar próximo ou a sorte de ter um filho, será gravemente penalizado na sua avaliação, se faltar os dias a que tem direito por lei;

15.º Se acompanhar alunos de algumas turmas numa visita de estudo e
deixar outras turmas com substituição, também é considerada falta de
assiduidade às actividades lectivas, imagine-se!!!!

16.º Como os avaliadores e os avaliados já leccionam juntos há muito tempo, há colegas de trabalho que não se falam e os titulares podem aproveitar para se vingar e estragar a vida aos avaliados…

17.º Numa primeira fase, os titulares não serão avaliados por ninguém (onde está a excelência?);

18.º Não vale a pena ter 'excelente' ou 'muito bom', porque já não haverá vagas para titulares, quando nos for permitido tentar subir na carreira;

19.º Os resultados da avaliação dos alunos serão comparados entre disciplinas com competências totalmente diferentes. Por exemplo, ao comparar-se os resultados de Matemática com os de Educação Física, descobre-se facilmente qual o professor que sairá penalizado e terá de ir para o desemprego, se obtiver duas avaliações 'Regulares';

20.º Os professores serão avaliados pelo recurso às novas tecnologias e as escolas não têm projectores nem telas nas salas, as tomadas não funcionam, a electricidade desliga-se constantemente, nem há extensões suficientes!

21.º Os docentes serão avaliados pelas fichas formativas que forneçam aos alunos e só podem tirar fotocópias de testes de avaliação sumativa e, quando as escolas forem entregues às câmaras, nem a isso terão direito. Estas são algumas situações reais, haverá muitas outras que eu desconheço. Só um louco pode achar isto positivo, a não ser que se queira destruir de vez com o ensino público, enviando todos os professores para o desemprego.

O que se conseguiu até agora com o novo modelo de avaliação:

a) Há um constrangimento entre os professores titulares e os 'professorzecos';

b) Não há diálogo entre os docentes, havendo um 'ruidoso' silêncio sepulcral na sala de professores;

c) Não há partilha de materiais por causa da competição, pois as quotas, que ainda não foram publicadas, serão muito reduzidas;

d) Estão todos desmotivados;

e) Os professores estão a entrar na escola às 8 horas e 30 minutos e a saírem depois das 22 horas, sem que ninguém lhes pague horas extraordinárias, a analisar grelhas, indicadores e instrumentos de avaliação, como se estivessem a cavar a sua própria sepultura;

f) Não há tempo para preparar aulas, desenvolver estratégias diferenciadas, elaborar e corrigir testes.

Se nos aspectos que eu referi, houver algo que não seja correcto, agradeço que me provem o contrário pelo e-mail: salvarescola@gmail.com. É evidente que esta avaliação só terá efeitos em 2009, porque as injustiças e os processos em tribunal serão tantos que alguém acordará e mudará tudo outra vez, mas, até lá, seremos umas cobaias de algo que sabemos que foi feito por alguém que não conhece a realidade das escolas.

Sinceramente, digam-me se os professores conscientes não terão direito à indignação.

Gostava de poder explicar estes aspectos ao Primeiro-Ministro e propor um modelo de avaliação mais simples, justo e eficaz, mas ele não me recebe, porque não gosta de ouvir quem está no terreno e porque não sou militante socialista. Sou um reles 'professorzeco', como nos qualificou a Ministra, mas vindo dela só pode ser um elogio

… a melhor arma é a escrita vou escrever tanto até ser ouvido por quem possa salvar a Educação.

Será que ainda há força para lutarmos unidos?
Manuel Dias
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O professor João
Já com idade para ser meu pai, o João era professor naquela escola há muitos anos. Já se evitava dar-lhe actas para secretariar e quanto menos escrevesse no quadro, melhor, tal era a coisa. O que vale, é que trabalhava sempre em par pedagógico, e a colega sempre conseguia disfarçar o desastre perante os alunos. Nas relações com os outros professores, era bruto que nem um chaparro. Insistia em fumar na sala dos professores, mesmo com colegas grávidas presentes, e quando se lhe pedia educadamente para parar de fumar, respondia com aquele ar de direito absoluto, recusando-se largar o cigarro ou mudar-se. O João era daquele tipo de fulanos que não deveriam ser professores. O sistema de avaliação dos professores da altura, que durou até esta recente diarreia intelectual da ministra e dos seus tenentes, permitia-lhe um satisfaz-chapa-cinco de cada vez, tal como todos os outros. Nos 'corredores', eu costumava reclamar com o sistema, por permitir que gente como ele continuasse a receber a mesma menção que os mais empenhados e competentes. E que continuasse a ser professor.
Eu costumava reclamar por um sistema de avaliação que distinguisse os professores, que penalizasse os que não prestam, e que premiasse os que são bons. Infelizmente, a ministra não ouviu as minhas reclamações. Porque, infelizmente, a ministra inventou um sistema de avaliação tão patético, tão idiota, que o João foi promovido a professor titular e agora vai avaliar os outros professores!…




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MAPA DE PORTUGAL SEGUNDO OS INGLESES !!!*


DELIRANTE E PARA CHORAR A RIR SE NÃO FOSSE VERDADEIRO.


Mapa de Portugal publicado no Financial Times de 13 de Outubro de 2007*.

Não há Portugal mas quatro cidades numa região que se chama 'Algarve' (Praia da Luz, Lagos, Albufeira e Faro). O restante é Espanha..

É uma ilustração colocada em duas páginas inteiras do 'Financial Times'...



E É COM ESTA GENTE QUE MANTEMOS A 'ALIANÇA' MAIS ANTIGA DO MUNDO!!!!!!ALIÁS, SÓ TEM SERVIDO PARA NOS TRAMAREM!

REPAREM QUE QUEM APRESENTA ISTO É UM JORNAL DE
REFERÊNCIA MUNDIAL.

Será que esse povo que habita numa ilhazita ao norte da Europa nunca estudou geografia mundial?Será que querem entrar para o 'Guinness' por serem o povo mais estúpido do mundo, destronando os USA? -


INGLATERRA = O REINO DA ESTUPIDEZ.....


MAPA DE PORTUGAL SEGUNDO OS INGLESES !!!*


DELIRANTE E PARA CHORAR A RIR SE NÃO FOSSE VERDADEIRO.


Mapa de Portugal publicado no Financial Times de 13 de Outubro de 2007*.

Não há Portugal mas quatro cidades numa região que se chama 'Algarve' (Praia da Luz, Lagos, Albufeira e Faro). O restante é Espanha..

É uma ilustração colocada em duas páginas inteiras do 'Financial Times'...



E É COM ESTA GENTE QUE MANTEMOS A 'ALIANÇA' MAIS ANTIGA DO MUNDO!!!!!!ALIÁS, SÓ TEM SERVIDO PARA NOS TRAMAREM!

REPAREM QUE QUEM APRESENTA ISTO É UM JORNAL DE
REFERÊNCIA MUNDIAL.

Será que esse povo que habita numa ilhazita ao norte da Europa nunca estudou geografia mundial?Será que querem entrar para o 'Guinness' por serem o povo mais estúpido do mundo, destronando os USA? -


INGLATERRA = O REINO DA ESTUPIDEZ.....






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Visualização dos anexos:
1 de 2 anexos(s)


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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Carta ao fisco

Querido Fisco
No meu casamento, que se realizou no dia ..., estiveram presentes 120 convidados: 89 adultos, 9 crianças e 2 bebés. A festa teve lugar na Quinta ... do meu padrinho Luís M. que me presenteou a boda ( as cópias dos talões do talho, da mercearia e da peixaria seguem em anexo).
A minha tia Alzira S., que é costureira, fez-me o vestido e não cobrou nadinha, mas gastei 60€ em tecidos, 34,5€ nas rendas e bordados e 18,75€ em linhas, botões e alfinetes. As meias e as ligas ficaram por 35€, conforme recibos que envio. O noivo usou o fato da Comunhão Solene com umas ligeiras alterações (a Tia Alzira não cobrou nada).
O meu irmão foi o fotógrafo de serviço. Todas as fotografias foram enviadas aos convidados por e-mail, que imprimirão as que entenderem por sua conta.
Não foi alugada qualquer viatura. Eu fui na Charrete do Sr. José M., que andou comigo ao colo e é como um pai para mim. O Manuel ( o noivo) foi de mota: a mota dele que ainda está a acabar de pagar, conforme se comprova com documento.
As flores foram todas do jardim da minha avó Margarida e a minha prima Mariana F. que é uma moça muito prendada fez os arranjos.
A animação da festa esteve a cargo do irmão e dos primos do Manuel, que têm uma banda - os "Sempr'Abrir" que merecem ter sucesso.
Não pudemos aceitar nenhum dos presentes, uma vez que não vinham acompanhados dos recibos.
Os charutos cubanos que um amigo nosso nos trouxe de Cuba ficaram para nós, porque não os declaramos na Alfândega, e assim não os podíamos oferecer para agora provar o seu custo.
Os preservativos comprou-os o Manuel naquelas máquinas que estão longas horas ao Sol (porque é um rapaz muito introvertido), mas que não dão recibos, o que me permite escusar-me a revelar o seu número, não vá, daqui a alguns anos, lembrares-te de cobrar retroactivamente uma taxa pelas que foram dadas na lua de mel.
Maria Julieta Silva Chibo
Manuel António Sousa Chibo

Carta ao fisco

Querido Fisco
No meu casamento, que se realizou no dia ..., estiveram presentes 120 convidados: 89 adultos, 9 crianças e 2 bebés. A festa teve lugar na Quinta ... do meu padrinho Luís M. que me presenteou a boda ( as cópias dos talões do talho, da mercearia e da peixaria seguem em anexo).
A minha tia Alzira S., que é costureira, fez-me o vestido e não cobrou nadinha, mas gastei 60€ em tecidos, 34,5€ nas rendas e bordados e 18,75€ em linhas, botões e alfinetes. As meias e as ligas ficaram por 35€, conforme recibos que envio. O noivo usou o fato da Comunhão Solene com umas ligeiras alterações (a Tia Alzira não cobrou nada).
O meu irmão foi o fotógrafo de serviço. Todas as fotografias foram enviadas aos convidados por e-mail, que imprimirão as que entenderem por sua conta.
Não foi alugada qualquer viatura. Eu fui na Charrete do Sr. José M., que andou comigo ao colo e é como um pai para mim. O Manuel ( o noivo) foi de mota: a mota dele que ainda está a acabar de pagar, conforme se comprova com documento.
As flores foram todas do jardim da minha avó Margarida e a minha prima Mariana F. que é uma moça muito prendada fez os arranjos.
A animação da festa esteve a cargo do irmão e dos primos do Manuel, que têm uma banda - os "Sempr'Abrir" que merecem ter sucesso.
Não pudemos aceitar nenhum dos presentes, uma vez que não vinham acompanhados dos recibos.
Os charutos cubanos que um amigo nosso nos trouxe de Cuba ficaram para nós, porque não os declaramos na Alfândega, e assim não os podíamos oferecer para agora provar o seu custo.
Os preservativos comprou-os o Manuel naquelas máquinas que estão longas horas ao Sol (porque é um rapaz muito introvertido), mas que não dão recibos, o que me permite escusar-me a revelar o seu número, não vá, daqui a alguns anos, lembrares-te de cobrar retroactivamente uma taxa pelas que foram dadas na lua de mel.
Maria Julieta Silva Chibo
Manuel António Sousa Chibo

Continuando...sobre Educação(2)

Geração do Ecrã

Aqui vos mando um excelente texto de Alice Vieira sobre o caso da agressão
à professora do liceu Carolina Michaelis.

Contudo, gostaria de deixar alguns pontos para reflexão:

1.º - Em termos políticos e no sentido lato é incrível o que esta geração
de políticos pós-25 de Abril (de todos os quadrantes políticos sem
excepção) conseguiu fazer da 'Família' e do 'Sistema de ensino'.

2.º - A escola passou a ser apenas um local onde se deixam os filhos
enquanto os pais vão trabalhar, para ganhar baixos salários e para que
cerca de 25% dos mesmos seja destinado ao crédito à habitação (que dá
lucros fabulosos à banca);

3.º - A família pouco tempo tem para os filhos e, por isso, para não se
aborrecer abdica de ensinar as regras básicas de convívio em sociedade,
criando verdadeiros meninos mimados e egoístas que só pensam nas pessoas à
sua volta em função daquilo que lhes podem dar.

4.º - Em sentido restrito, nesta situação concreta da agressão à
professora, é lamentável o silêncio da Ministra da Educação e,
curiosamente, dos dirigentes da FENPROF. Quando é para o regabofe, para
dizer mal (a primeira, dos professores; os segundos, das políticas de
educação) logo estão eles a dar a cara e a aparecer na televisão. Agora que
houve barraca e que é necessário defender a única vítima disto tudo (a
professora, de 60 anos, agredida e humilhada), simplesmente remeteram-se ao
silêncio e não apareceram.

5.º - A ministra tem criado polémica mas diz que as mudanças são para ter
alunos melhor preparados para enfrentar o futuro e 'os desafios da
globalização' . Contudo, contrariamente ao afirmado, aprova políticas que
vão conduzir exactamente no sentido contrário: desautorização dos
professores; elevação do nível de escolaridade à custa do facilitismo. Não
deveria ser exactamente o contrário? Não se deveria ser mais exigente e
mesmo reprovar alunos quando estes não estão preparados?

6.º - Uma palavra para o jornalismo pimba (principalmente da televisão
oficial do regime, a RTP, entenda-se) que repetiu exaustivamente as
imagens, num desrespeito por todos os envolvidos, em vez de cumprir o seu
papel e confrontar a Ministra, os sindicatos e os demais intervenientes no
sistema de ensino.

7.º - Com toda esta panóplia de factos e na constante tentativa política de
destruir o sistema de ensino público, não tenho dúvidas de que graças à
política da 'má educação', o futuro de Portugal estará hipotecado.


Agora leiam o texto da Alice Vieira, que é o mais importante.


Desculpem se trago hoje à baila a história da professora agredida
pela aluna, numa escola do Porto, um caso de que já toda a gente
falou, mas estive longe da civilização por uns dias e, diante de tudo
o que agora vi e ouvi (sim, também vi o vídeo), palavra que a única
coisa que acho verdadeiramente espantosa é o espanto das pessoas.

Só quem não tem entrado numa escola nestes últimos anos, só quem não
contacta com gente desta idade, só quem não anda nas ruas nem nos
transportes públicos, só quem nunca viu os 'Morangos com açúcar', só
quem tem andado completamente cego (e surdo) de todo é que pode ter
ficado surpreendido.

Se isto fosse o caso isolado de uma aluna que tivesse ultrapassado
todos os limites e agredido uma professora pelo mais fútil dos
motivos - bem estaríamos nós! Haveria um culpado, haveria um castigo,
e o caso arrumava-se.

Mas casos destes existem pelas escolas do país inteiro. (Só mesmo a
sr.ª ministra - que não entra numa escola sem avisar…- é que tem
coragem de afirmar que não existe violência nas escolas…)

Este caso só é mais importante do que outros porque apareceu em
vídeo, e foi levado à televisão, e agora sim, agora sabemos
finalmente que a violência existe!

O pior é que isto não tem apenas a ver com uma aluna, ou com uma
professora, ou com uma escola, ou com um estrato social.

Isto tem a ver com qualquer coisa de muito mais profundo e muito
mais assustador.

Isto tem a ver com a espécie de geração que estamos a criar.

Há anos que as nossas crianças não são educadas por pessoas. Há anos
que as nossas crianças são educadas por ecrãs.

E o vidro não cria empatia. A empatia só se cria se, diante dos
nossos olhos, tivermos outros olhos, se tivermos um rosto humano.

E por isso as nossas crianças crescem sem emoções, crescem frias por
dentro, sem um olhar para os outros que as rodeiam.

Durante anos, foram criadas na ilusão de que tudo lhes era
permitido.

Durante anos, foram criadas na ilusão de que a vida era uma longa
avenida de prazer, sem regras, sem leis, e que nada, absolutamente
nada, dava trabalho.

E durante anos os pais e os professores foram deixando que isto
acontecesse.

A aluna que agrediu esta professora (e onde estavam as
auxiliares-não-sei-de-quê, que dantes se chamavam contínuas, que não
deram por aquela barulheira e nem sequer se lembraram de abrir a
porta da sala para ver o que se passava?) é a mesma que empurra um
velho no autocarro, ou o insulta com palavrões de carroceiro (que me
perdoem os carroceiros), ou espeta um gelado na cara de uma (outra)
professora, e muitas outras coisas igualmente verdadeiras que se
passam todos os dias.

A escola, hoje, serve para tudo menos para estudar.

A casa, hoje, serve para tudo menos para dar (as mínimas) noções de
comportamento.

E eles vão continuando a viver, desumanizados, diante de um ecrã.

E nós deixamos.

In Jornal de Notícias, 30.3.2008

terça-feira, 1 de abril de 2008

Carolina Michaelis

O Carolina Michaëlis, que já teve o belo nome de liceu, não serve os miúdos do bairro do Aleixo, no Porto. Não, aquele vídeo não mostra gente com desculpas fáceis, vindas do piorio. Pela localização daquela escola, quem para lá vai vive às voltas da Boavista e os pais têm jantes de liga leve sem precisar de as gamar. Os pais da miúda histérica que agride a professora de francês estarão nessa média. Os pais do miúdo besta que filma a cena, também. Tudo isso nos remete para a questão tão badalada das avaliações. Claro que não me permito avaliar a citada professora. A essa senhora só posso agradecer a coragem. E pedir-lhe perdão por a mandar para os cornos desses pequenos cobardolas sem lhe dar as condições de preencher a sua nobre profissão. Já avaliar os referidos pais, posso: pelo visto, e apesar das jantes de liga leve, valem pouco. O vídeo mostrou-o. É que se ele foi filmado numa sala de aula, o que mostrou foi a sala de jantar daqueles miúdos.