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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

MERKEL A PATROA

Louçã: "o governo comporta-se como uma espécie de embaixador da senhora Merkel"

Durante uma visita a Penafiel, o deputado bloquista acusou o governo de se comportar como “uma espécie de embaixador da senhora Merkel", acusando a chanceler alemã e o primeiro-ministro português de "quererem uma política de terra queimada na Europa".
Foto de Tobias Kleinschmidt, EPA/Lusa.
Foto de Tobias Kleinschmidt, EPA/Lusa.

"Isso dá-nos a pior noção do que pode acontecer em Portugal com o desemprego, a austeridade e a crise social”, avançou Francisco Louçã.
Louçã alertou ainda para a “confusão política” instalada em Portugal. “O governo e o presidente da República andam absolutamente desavindos, o que dá uma ideia que a falta de equidade provoca também uma questão importante para a democracia".
“O presidente apresentou uma proposta sensata, o Banco Central Europeu que responda. E o governo veio dizer não, a senhora Merkel não quer e não se fala mais no assunto”, realçou Louçã. O dirigente bloquista frisou ainda que “a senhora Merkel, que é quem governa a Europa com mão de ferro, já acha que pode impor governos em países como a Itália ou como a Grécia".
“É preciso soluções sensatas na Europa, porque é preciso soluções sensatas para Portugal. Não podemos aceitar que cortem pensões aos reformados. Porque uma pessoa que recebe uma pensão de 485 euros não é um afortunado, não é um milionário, não viveu acima das suas possibilidades, não prejudicou o país, só trabalhou pelo país”, avançou ainda o dirigente bloquista.
Segundo Francisco Louçã, o Orçamento do Estado para 2012 não vem resolver quaisquer problemas, mas sim aumentá-los: “É preciso agora soluções que não aumentem a dívida, a maior crítica que temos a fazer ao orçamento do governo é que ele nos dá a certeza, nas contas do governo, que apesar de tudo o que está a fazer a dívida vai aumentar, e vamos estar piores daqui a um ano do que estamos agora”.
O Bloco vai esforçar-se para "impedir uma sangria à vida das pessoas" que é “a retirada dos subsídios de férias e de Natal e o aumento do desemprego", garante Louçã.
"Vamos exigir à parte do país que nada fez por nós, da gente que vive acima das possibilidades de todos, porque vive da especulação, que têm de pagar, porque é preciso trazer justiça para este país", avançou o dirigente bloquista.

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